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Como a computação em nuvem pode proteger os seus negócios

A segurança da informação é uma das maiores preocupações dos departamentos de TI de empresas de todos os portes e segmentos. Isso porque cresce a cada dia o número de ameaças, principalmente no que diz respeito a danos e roubos de dados corporativos — um relatório da Symantec mostra o Brasil como o 8° país em origem de fraudes virtuais. Hospedagem segura, nesse contexto, é vital para garantir a saúde do negócio. A boa notícia é que a computação em nuvem pode ajudar muito na proteção do negócio. Soluções de Cloud Storage, ou seja, de armazenamento na nuvem, podem trazer muito mais segurança do que a prática de armazenar dados na infraestrutura de TI interna, visto que é preciso sempre se atualizar em relação a ferramentas e softwares de proteção, além das técnicas e boas práticas de monitoramento — e nem sempre as empresas conseguem essa atualização. Um bom fornecedor de hospedagem na nuvem segue as práticas internacionais e está sempre evoluindo sua infra para manter os dados de seus clientes seguros. Isso porque cláusulas contratuais o responsabilizam se os dados forem roubados ou danificados.

Como se certificar de que o provedor garantirá uma hospedagem segura para o seu negócio

No final das contas, por mais que contratualmente o provedor tenha que arcar com os prejuízos se os dados da sua empresa forem roubados ou danificados, há prejuízos de imagem e financeiros que podem ser muito maiores do que as multas estipuladas em contrato. Por isso, é importante escolher o melhor fornecedor, aquele que inspira total confiança. Veja algumas dicas de como fazer isso:
  • Certifique-se de que a infraestrutura do provedor é adequada para oferecer uma hospedagem segura;
  • Verifique a transparência do fornecedor em relação às práticas de segurança física e da informação, além do acordo de nível de serviço (SLA);
  • Saiba como o fornecedor trata os possíveis incidentes, como é o suporte dele em caso de incidentes;
  • Verifique se as práticas do fornecedor para garantir uma hospedagem segura estão em conformidade com a legislação brasileira ou do país onde ele mantém seus datacenters;
  • Tenha certeza de que o provedor tem gerenciamento e monitoramento contínuo;
  • Saiba como são feitos registros de preservação, controle de acesso e gestão de dados;
  • Conheça os níveis de disponibilidade a e confiabilidade do serviço prestado pelo fornecedor.
Também é importante salientar que a empresa precisa se adaptar ao ambiente da nuvem e adequar sua própria política interna para garantir total segurança. A segurança da informação é conseguida a partir dos excelentes serviços de um bom provedor de cloud storage aliados a boas práticas adotadas internamente, com a equipe de TI da empresa e os usuários (principalmente no que diz respeito ao controle de níveis de acesso). Outro ponto interessante da computação na nuvem em relação à segurança da informação é a escalabilidade. Conforme o volume de dados da empresa aumenta, o provedor consegue manter o padrão de proteção, o que é um pouco mais difícil de acontecer quando se trabalha com armazenamento interno — a operação do dia a dia e até dificuldades financeiras podem dificultar a evolução das práticas e aquisição de soluções de segurança. Você conhece o Microsoft Azure, o data center da Microsoft? Quer receber uma consultoria gratuita sobre suas funcionalidades e exemplos de uso? Inscreva-se agora mesmo e nossa equipe entrará em contato contigo! Consultoria gratuita sobre Microsofy Azure, o Data Center Microsoft

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CRM Online: coisas que você aprendeu no jardim de infância

Os profissionais de hoje passam boa parte do tempo tropeçando em tecnologia. Em algum lugar ao longo do caminho, nós nos convencemos de que as próprias ferramentas inventadas para facilitar nossas vidas, parecem ter feito exatamente o oposto. Como parte de uma equipe de especialistas em soluções, muitas vezes nos é dada a oportunidade de testemunhar em primeira mão os perigos e armadilhas de adoção do CRM online (e as melhores práticas também). Sem dúvida, esse amontoado de siglas é bastante ameaçador: TI, BI, ERP, CRM… Todas elas fazem com que o negócio pareça ser realmente complicado. Só que quando analisamos com mais calma e conhecemos a utilidade, percebemos que tudo que é preciso saber, a gente já aprendeu no jardim de infância. Os sistemas de CRM online de hoje, por exemplo, são muito mais simples do que pareciam ser. Para cada lição que recebemos, podemos nos lembrar dos ditados populares e conselhos simples vindos das professoras. E todos ainda servem para o CRM. Vejamos:

Passarinho que acorda cedo bebe água limpa

Vemos isso o tempo todo. Os primeiros usuários de um sistema são muitas vezes os mais bem-sucedidos. Se você puder usar um produto antes dos outros, ativando uma versão de teste e avaliação, por exemplo, então use! Fazendo isso você terá tempo suficiente para julgar, errar e dar sugestões, muitas vezes antes do sistema ir ao ar. Você pode também continuar aprimorando suas habilidades enquanto ajuda a treinar os outros. Não saber algo  e ter a oportunidade de aprender é uma excelente maneira de se aperfeiçoar e ensinando os outros descobrimos várias coisas que não sabemos.

Se no início você não conseguir, tente. Se não conseguir novamente, tente outra vez

Um sistema de CRM online torna os processos escaláveis e automatizados, simplificando a repetição das tarefas, ao mesmo tempo ele dá informações para otimizar e melhorar os processos e a maneira como você faz negócios e se relaciona com os clientes. Seu desenvolvimento profissional em torno dessa ferramenta nunca vai realmente terminar. Não fique frustrado se você não compreender todas as capacidades e funções depois de uma sessão de treinamento. Tente sistematizar o aprendizado alocando parte de alguns dias da semana para aprender uma nova função ou tirar aquela dúvida que pode estar te perturbando e que ainda não teve utilidade prática.

A tarefa fica leve quando muitos dividem o trabalho

Você acabou de descobrir uma grande utilidade para o seu CRM? Então não mantenha segredo! Espalhe a notícia para que outros possam se beneficiar dela. Um dos recursos favoritos em muitos sistemas de CRM é a capacidade de integração entre os membros da equipe, por meio de uma rede social corporativa ou de uma ferramenta de mensagens instantâneas, como o Skype for Business. Isso facilita a discussão e o aprendizado de todos e pode levar a um melhor atendimento de clientes, resposta mais rápida das ligações e muitas outras facilidades nas operações do dia a dia de uma empresa.

Se você não tem nada de bom para dizer, não diga nada

Uma coisa importante de lembrar quando se trabalha com um CRM é que, como com qualquer coisa online, o que você postar nunca vai desaparecer. CRM não é uma caixa de lamentações ou lugar para deixar que os sentimentos pessoais sejam mais importantes que as relações comerciais. Seja honesto, mas acima de tudo profissional em tudo o que colocar no sistema. Sem ofender jamais!

Segredos são mentiras, além de falta de boas maneiras

O tratamento do silêncio não é a melhor forma de usar um CRM. Você tem algum comentário? Comente! Vai participar de uma reunião? Agende! Está discutindo cláusulas de contratos? Escreva! Está pegando detalhes de um pedido? Anote! A ideia aqui é a transparência total para que todos em sua organização possam trabalhar juntos de forma mais eficaz e fazer o negócio prosperar.

Limpe sua própria bagunça

“Lugar de lixo é no lixo” é uma frase que ouvimos muitas vezes nesse tipo de negócio. Claro, muitas vezes o Marketing está ansioso para jogar fora uma porção de informação que considera inúteis, enquanto o departamento de Vendas e Relações com o Cliente pode hesitar em limpar o sistema — seja porque é cansativo selecionar as informações ou até imaginam ser desnecessário. Trabalhe em conjunto e encontre um sistema que funcione para a sua equipe. Talvez o Marketing possa criar uma lista de prospects quentes e com data para expirar. Vendas pode criar outra lista que gostaria que o Marketing fizesse algum trabalho sobre ela, e assim por diante. Uma boa ideia é se reunir periodicamente e fazer um ajuste nos dados. Seja apagar os desnecessários ou acrescentar informações úteis para ambos. O importante é trabalhar em equipe e lembrar-se de que as informações são de todos.

Não conte com o ovo antes de sair da galinha

Esse ditado tem a ver com gestão de fluxo. Se você não atualizar os registros, os membros da equipe e de gestão não poderão ajudá-lo (e você não poderá comemorar). Mas se você está entupindo o fluxo com palpites e suposições, você também está fazendo um desserviço para si mesmo e para aqueles que analisam e fazem previsões segundo os dados do CRM. Seja pertinente e preciso.

Não corra com faca na mão

Sim, uma solução de CRM é mais simples e intuitiva do que muitos de nós pensávamos. No entanto, ainda é uma extensão viva do seu negócio que pessoas de todo o escritório dependem diariamente. Levante a mão; faça perguntas quando tiver dúvidas; pesquise na internet. Governança  e capacitação continuada são indispensáveis para garantir que todos possam trabalhar sem problemas. Tome cuidado!

Brinque direito

Se não é seu lead ou sua conta, não mexa com eles. Se você não alimentar o sistema de CRM para que os outros não saibam que você está trabalhando naquilo, não se queixe se alguém tomar seu brinquedo e ir embora com ele. A analogia é perfeita para aqueles que alteram dados que estão sob a responsabilidade de outras pessoas. Eventualmente, por medo de concorrência, alguém pode deixar de alimentar o CRM. E todos saem perdendo. Compartilhe seus brinquedos e lembre-se: vocês todos estão no mesmo playground e a responsabilidade por determinar se alguém deve ou não mexer em um brinquedo é do gestor da área de vendas!

Dê as mãos (e olhe para os dois lados) quando atravessar a rua

Parabéns! Você está pronto para entrar com confiança no maravilhoso mundo da gestão de relacionamento! O segredo é permanecer junto com seus companheiros de equipe, manter a comunicação aberta e honesta, e nunca parar de aprender. O Gerenciamento de Relacionamento com Clientes é um dos brinquedos mais úteis com o qual uma empresa pode se divertir. Melhor que isso é poder contar com colegas e profissionais experts na brincadeira. Entre em contato conosco para jogarmos juntos! Faça seus comentários aqui no post, conte sua experiência ou tire dúvidas. Vamos brincar juntos! Webinar sobre Produtividade e CRM Online

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Trabalho colaborativo e produtividade: a influência de um no outro

Em uma época de mudanças aceleradas movidas pela tecnologia, saber se adaptar e corrigir problemas de forma rápida são características cruciais para a sobrevivência de empresas de qualquer porte. Pelo menos é isso o que prega Ron Ricci, um dos nomes por trás da gigante de tecnologia Cisco e autor do livro “The Collaboration Imperative” (“O imperativo da colaboração”, em português), uma obra que mostra a importância de dois pontos para os negócios: trabalho colaborativo e produtividade. E como hoje a internet está para todo lado, dos celulares até as televisões, nada melhor do que usar o poder da grande rede para melhorar o nosso desempenho através do trabalho colaborativo online. Um modelo que tem se mostrado cada vez mais eficiente e importante para várias marcas. Quer saber mais sobre isso? Confira!

Como funciona o trabalho colaborativo

Com foco nas conexões pessoais, o trabalho coletivo busca encontrar meios para as equipes de uma empresa compartilharem informações e ideias entre si tentando solucionar um problema em comum. Outro ponto também bastante importante sobre esse modelo de trabalho é que para que funcione corretamente, ele precisa que alguns processos sejam flexíveis para a adoção de inovações. Algo que tem tudo a ver com a internet. Usando a rede como motor principal, o trabalho colaborativo online pode adotar ferramentas que ajudam a conectar pessoas de diferentes áreas, fazendo com que elas possam compartilhar desde arquivos até pesquisas entre si. Além disso, esses modelos web podem também capturar informações de diversas áreas de uma empresa, apresentando os problemas em comum entre os setores, deixando para que as equipes entendam e busquem encontrar soluções conjuntas para eles.

Otimizando a produtividade da equipe

Com todos esses dados disponíveis em um ambiente virtual, fica mais fácil para que qualquer pessoa da equipe possa acessá-los e modificá-los de qualquer lugar — de dentro de casa ou até de outro país — podendo aumentar (e muito) a produtividade de cada funcionário, afinal ele não fica preso à necessidade de estar fisicamente presente em um determinado lugar para completar o seu trabalho. Além disso, outro ponto onde o trabalho coletivo ajuda a aumentar a produtividade é ao encontrar soluções para problemas através do compartilhamento de informações com outras equipes. Quando um problema é colocado para áreas fora daquela ligada diretamente a ele, algumas soluções bastante simples e inovadoras podem surgir a partir disso — aproveite para ler o nosso artigo com algumas ferramentas para facilitar a comunicação interna. Por fim, ao apostar em um sistema de trabalho colaborativo online, é possível transferir para o ambiente virtual algumas metodologias também aplicadas no mundo físico.

Aplicando metodologias do mundo físico no ambiente virtual

Equipes que trabalham com metodologias ágeis, como o Scrum, ainda podem se beneficiar ao transportar esses métodos para o ambiente online. Diversos sistemas de gestão de projetos hoje em dia são capazes de simular as etapas dos processos dentro dos programas, fazendo com que tudo possa ser acompanhado corretamente pela equipe através de qualquer lugar. Trabalho colaborativo e produtividade, como você pôde ver, são dois pontos cruciais para o crescimento do seu negócio e que podem se beneficiar bastante com uso de sistemas digitais. Portanto, não perca tempo, se você ainda não usa esse tipo de modelo online em sua empresa, converse agora com a inovelive! e saiba como podemos implementá-lo. Agora, caso tenha ficado alguma dúvida sobre o assunto, não se esqueça de deixar a sua pergunta nos comentários abaixo! Banner sobre consultoria gratuita de SharePoint Online (ECM, GED e Portais de Intranet)

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Indicadores Chave de Performance: a importância dos KPIs na sua empresa

Para alcançar grandes resultados em uma estratégia é preciso acompanhar de perto o seu desempenho. Estabelecer bons índices, que forneçam números e porcentagens relevantes para a gestão do seu negócio não é uma tarefa tão simples. Daí a relevância dos KPIs. O uso correto desses indicadores é fundamental para saber se suas ações estão sendo úteis para atingir os objetivos da empresa. Saiba mais sobre eles e entenda a importância dos KPIs na sua empresa:

O que são KPIs?

Traduzido para o português como indicadores chave de performance, eles são responsáveis por mensurar a execução de uma estratégia ou projeto implementado. Além da medição, eles devem fornecer informações importantes para que a empresa avalie ou crie ações para atingir objetivos e metas preestabelecidas no planejamento. Por exemplo, se você criou um blog e definiu como meta a geração de 100 leads por mês, os KPIs recomendados seriam o número de leads gerados e o custo por aquisição de lead. São dados que dão uma dimensão clara se a estratégia está dando certo ou não.

O que define um bom KPI?

Os melhores indicadores são aqueles que estão alinhados com os seus objetivos. Eles precisam ser fáceis de serem mensurados, relevantes para a sua empresa, simples de se entender, usados periodicamente e ajudar os gestores a tomarem uma ação positiva pós-análise. Suponhamos que você administre uma fábrica de peças automotivas e queira avaliar o desempenho da equipe de produção. O objetivo é dobrar a fabricação em 1 ano. Nesse caso, descobrir quantos consumidores finais compraram esses produtos será bem menos importante do que saber a quantidade de peças fabricadas, o custo por produção, o retorno sobre o investimento (ROI) do setor ou a taxa de vendas (ex.: 95% dos materiais produzidos foram comercializados para o varejo). Perceba que, às vezes, métricas importantes como a quantidade de compradores e novos clientes finais — exceto os intermediários —, não são relevantes por não estarem diretamente ligadas ao objeto de avaliação. Outro detalhe é que a importância dos KPIs não está só em analisar as ações de marketing, ele é perfeitamente aplicável em outros processos internos da empresa.

KPIs de acordo com cada objetivo

Para facilitar ainda mais, resolvemos exemplificar mostrando a aplicação dos indicadores chave de performance em relação aos possíveis objetivos e metas definidas em um planejamento.

Aumentar as vendas

Geração de lucros. Está aí o objetivo da maioria das empresas. No entanto, para acompanhar a evolução nas receitas é preciso definir KPIs estratégicos. Os principais são o ROI, o CAC (Custo de Aquisição de Cliente) e o Ticket médio (o valor médio gasto por cliente). A depender do contexto em que a venda é realizada (ambiente físico ou virtual), você ainda pode mensurar o tempo do ciclo de vendas, o período de navegação no site ou a taxa de abandono de carrinho (os dois últimos em lojas virtuais).

Geração de leads

Nesse caso, é preciso avaliar o desempenho dos canais e ações que você utiliza para criar oportunidades de negócio. Se sua empresa possui um blog que distribui conteúdo de qualidade e oferece materiais ricos para gerar novos leads, você deverá calcular o CPL (custo por lead), tráfego orgânico e tráfego gerado por mídia paga (quando utilizada). Caso você invista em propaganda tradicional, como anúncios em revistas especializadas no seu setor, é importante calcular o número de novos contatos feitos por meio da campanha, o ROI sobre os anúncios ou a circulação e vendas das revistas utilizadas.

Retenção de clientes

Manter consumidores fiéis também requer um monitoramento preciso. Os KPIs indicados para esse objetivo são o Lifetime Value (estimativa que considera o valor gasto e quanto um mesmo cliente deve desembolsar enquanto mantiver uma relação de consumo com a empresa), a quantidade de tickets de suporte abertos e a taxa de rejeição (% dos novos clientes que não voltam a comprar).

Como mensurar os KPIs:

Sua empresa interage diariamente com seus clientes e gera dados que podem ser transformados em métricas relevantes para o seu negócio. A melhor forma de transformar os dados em informações e de melhorar seus processos é contando com o apoio da tecnologia:

1- Utilize um software de automação de vendas:

Utilizar um CRM para medir as métricas de sua equipe de marketing, vendas e suporte é o melhor jeito de interligar as informações e retroalimentar os processos, podendo melhorá-los e qualificá-los. Ao utilizá-lo é importante definir os principais objetivos que serão buscados e a forma como serão mensurados. O bom é que esta ferramenta permite criar gráficos e formas visuais para entender melhor o que está acontecendo em sua empresa e nas áreas específicas.

2- Tenha uma sistema de gestão empresarial:

Se o CRM monitora todas as atividades de suporte, pós-vendas, marketing e vendas, o ERP ou sistema de gestão empresarial, consegue monitorar as demais áreas, como estoque, produção, logística, finanças e contabilidade. Ele também pode ser um importante aliado para transformas as operações cotidianas de sua empresa em KPIs que avaliem a saúde das áreas de sua empresa.

A importância dos KPIs para a sua empresa

Pense nos indicadores como um meio facilitador para acompanhar a execução de processos e estratégias. O papel dos KPIs é fornecer informações que mostrem ao gestor os melhores caminhos a serem seguidos durante e após alguma ação. Não há campanhas e projetos que dão certo sem ter índices que comprovem seus desempenhos. Se for preciso, setorize os KPIs para áreas específicas em sua empresa, como TI, vendas, RH ou marketing. Assim, você poderá obter informações mais segmentadas e precisas por equipe. Como você vê a importância dos KPIs na gestão de uma empresa? Colabore com o tema deixando a sua opinião nos comentários! Banner para fazer download do e-book "Processo de Vendas: Dicas e Técnicas."

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Método GTD: otimize a rotina da sua equipe de TI

Uma boa organização pessoal é fundamental para que gestores, analistas e técnicos de TI consigam efetuar as suas tarefas e rotinas diárias rapidamente. Para auxiliar os profissionais, existem diversos aplicativos, ferramentas e métodos que prometem aumentar a produtividade de qualquer pessoa. Um dos mais populares atualmente é o método GTD (Getting Things Done). Criado por David Allen, ele tornou-se famoso por sua eficácia na dura tarefa de nos auxiliar a sermos mais eficientes. Conheça um pouco mais sobre essa técnica e saiba como ela pode ser aplicada no dia a dia de um gestor de TI:

O que é GTD

Do inglês, getting things done (ou também “a arte de fazer acontecer”), a metodologia GTD surgiu em 2002. Desde então, milhares de pessoas no mundo todo passaram a adotá-la como uma ferramenta que otimiza rotinas profissionais e pessoais. Ela é focada em priorizar as atividades do nosso cotidiano e na necessidade de livramos as nossas mentes de outras preocupações durante a execução de uma atividade.

Pra que serve o GTD

O GTD tem como maior objetivo remover de nossas mentes qualquer tipo de informação que possa atrapalhar na execução de uma atividade. Ao “livrar” a sua cabeça de qualquer distração, um gestor de TI, por exemplo, consegue planejar a implementação de um novo sistema mais rapidamente. Já um técnico de suporte poderia efetuar o seu troubleshooting mais rapidamente, identificando falhas e defeitos em poucos instantes. O GTD possui uma série de passos que auxiliam profissionais a organizarem as etapas de suas tarefas sem que precisem se preocupar com atividades futuras. São elas:
  • Etapa da Coleta: todas as suas tarefas devem ser listadas.
  • Etapa de Processamento: durante o processamento, todas as informações da etapa anterior deverão ser avaliadas e divididas conforme a sua prioridade e o seu prazo de execução.
  • Etapa da Organização: todas as tarefas devem ser organizadas, seja de acordo com o seu contexto ou local de execução.
  • Etapa da Revisão: ao revisar o que está sendo feito, o profissional consegue reavaliar as suas prioridades e evitar focar somente em atividades urgentes.
  • Etapa da Execução: essa é a última etapa. Aqui, todas as atividades são colocadas em ação, na sua ordem e dentro do seu prazo. Certifique-se de sempre executar a tarefa mais adequada ao momento.

Integrando o GTD ao gerenciamento de projetos

A integração do GTD ao gerenciamento de projetos corporativos pode ser fundamental para o melhor controle das atividades e agilizar a conclusão de etapas. Por meio de brainstormings, reuniões, compartilhamento de informações e captura de ideias é possível melhorar o planejamento das tarefas e integrar melhor as equipes envolvidas no projeto. Tenha a certeza de que todos os colaboradores envolvidos em uma tarefa estejam a par da metodologia GTD. Os princípios também devem ser aplicados no exato momento em que uma nova requisição é feita. Assim, o time conseguirá definir melhor quais são as tarefas urgentes, inevitáveis ou as mais desafiadoras com praticidade. Durante as reuniões, gestores de TI devem verificar com os seus analistas o progresso das atividades e quais foram postergadas. Outro passo importante é a verificação das novas tarefas que surgiram após a última revisão das linhas de itens a serem executados, permitindo que todo o time possa estar alinhado em relação às suas prioridades. A principal diferença da aplicação do método GTD em um time para a nossa vida particular está no fato de que as ações são compartilhadas para o grupo e alocadas entre os membros da equipe. Assim, cabe ao indivíduo determinar quais são os passos necessários para lidar com as suas requisições e projetos.

Fazendo as coisas acontecerem

O método GTD funciona em diversas situações. No mundo corporativo, ele pode ajudar gestores a otimizarem as tarefas feitas pelos seus times de analistas. É indispensável que as prioridades sejam revisadas regularmente, de tal forma que o sistema possa funcionar continuamente sem nenhum tipo de problema. Agora é a sua vez: quais são as ações que você indica para melhorar a produtividade dos times de TI de uma empresa? Compartilhe conosco! Banner do Webinar sobre Office 365

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Desvendamos 4 mitos sobre o cloud computing, veja!

Uma tecnologia que vem ganhando força a cada dia é a computação em nuvem (também conhecida por seu nome em inglês, cloud computing) e, consequentemente, cresce também o número de mitos sobre ela. Com certeza você já se deparou com esse termo por aí e já até usou serviços baseados nessa solução. Mas será que acreditou em algum desses mitos? Saiba mais sobre eles e veja a verdade sobre a tecnologia do cloud computing:

Serviços em nuvem são caros se comparados aos servidores on-premise

Muitas pessoas dizem que o investimento é muito alto para a contratação dos serviços na nuvem, porém, isso não condiz com a realidade. Pelo contrário, na cloud computing é possível conter muitos gastos com energia, licenças de softwares, equipamentos e até com contratações de uma equipe grande de TI, visto que muitas vezes esse tipo de serviço é contratado sob demanda e tais custos serão rateados entre os usuários. Além disso, um servidor on-premise costuma ser sempre subutilizado na empresa, resultando em um desperdício de recursos e, especialmente, de espaço físico.

A segurança na nuvem é menor

Uma das questões mais preocupantes, tanto para quem contrata como para quem presta tais serviços é área de segurança. Isso se deve pelo fato da grande responsabilidade que há em assegurar as informações sigilosas do usuário, seja ele corporativo ou doméstico. Já o contratante teme pelo modo como esses dados serão armazenados, afinal, são transações e dados valiosos para o negócio que passarão por ali. Embora haja essa preocupação, é um mito dizer que a segurança na nuvem é menor. O que acontece é que a responsabilidade das medidas de segurança são transferidas do proprietário dos dados para o fornecedor do serviço de armazenamento, o qual fica incumbido de usar as mais modernas soluções e tecnologias, juntamente com profissionais especializados, para que o ambiente de armazenamento seja o mais seguro possível, resguardado de eventuais brechas e ataques mal-intencionados. Sendo assim, o provedor deve atentar-se para as ameaças que afetam a proteção dos dados, sejam físicas ou virtuais. Só para exemplificar, podemos citar o Microsoft Azure que possui certificados de segurança internacional e é submetido por vários testes regularmente para garantir um nível de proteção semelhante aos usados pelos bancos aos seus usuários.

Cloud computing e virtualização dizem respeito à mesma coisa

Definitivamente não. Embora ambos estejam relacionados, são conceitos distintos. Atualmente, utiliza-se a virtualização de servidores para o fornecimento de serviços na nuvem, apesar de seu uso não ser uma regra. Virtualizar um servidor traz muitos benefícios, como: redução nos gastos com energia e equipamentos, facilidade de gerenciamento, entre outros. Resumidamente, a virtualização divide um servidor em várias partes, ou seja, rodam-se diversas máquinas virtuais em um único equipamento físico. Quando um usuário contrata o serviço na nuvem, o mesmo está indiretamente tendo o direito ao uso de uma porcentagem desse servidor, isto é, de uma dessas diversas máquinas virtuais. Por esse fato, muita gente ainda confunde tais tecnologias.

Computação em nuvem está sempre voltada ao dinheiro

Não se pode negar que um dos principais benefícios da computação em nuvem é a economia, como já vimos anteriormente, porém, há diversas outras vantagens além dessa. Apesar disso, as empresas não devem usar a cloud computing simplesmente pelo fato da redução de custo, mas também pela agilidade, mobilidade e interoperabilidade que essa tecnologia disponibiliza a qualquer negócio. Conhece outro mito do cloud computing que precisa ser desvendado? Ainda tem dúvidas sobre o assunto? Deixe um comentário aqui no blog e conte pra nós! Consultoria gratuita de Microsoft Azure oferecida pela inovelive!

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Novo e-book sobre Processo de vendas, com várias dicas e truques

A inovelive! acaba de publicar um e-book gratuito com o tema: “Processo de Vendas: Tudo o que você precisa saber para alavancar os números da sua empresa”. O objetivo do livro virtual é apresentar algumas dicas e técnicas que muitas empresas estão adotando ao pensar seu processo de vendas. Por isso, fugimos da abordagem tradicional, focada em mostrar como estruturar um processo de vendas, e decidimos apresentar 5 tópicos que mostram como otimizar e potencializar o fluxo de vendas ao envolver etapas como a aquisição e tratamento dos leads, otimização do processo e trabalho de pós-vendas. “Antes as empresas se preocupavam com a otimização dos recursos financeiros destinados à área de vendas, por isso o processo era focado basicamente em etapas que deveriam ser executadas para qualificar ou não um potencial cliente. Depois a automação dos processos, com as devidas reduções de gasto de tempo dos vendedores exigiu que as empresas otimizassem e revisassem seus funis de vendas. Agora, a questão é como incorporar novas práticas que permitam alavancar as vendas e reduzir ainda mais os custos. É essa questão que nosso e-book quer responder!” afirma Virgínia Delfino, Coordenadora de Marketing da inovelive!. O e-book tem 24 páginas e aborda os seguintes tópicos de maneira bem prática:

  1. Introdução: por que estruturar um processo de vendas
  2. Como definir as metas do seu time de vendas
  3. Relação entre marketing e time de vendas
  4. Collateral Marketing
  5. Passo a passo para otimizar seu processo de fechamento de vendas
  6. Qual a importância do trabalho de pós-venda
  7. Conclusão
O destaque certamente é o tópico 5, onde indicamos a estratégia de como utilizar conteúdos associado ao software de automação de vendas, CRM, para facilitar o processo e fechamento de mais vendas. Além deste e-book, já disponibilizamos um mais focado em como otimizar as vendas com gestão do relacionamento com os clientes, mais focado em como a tecnologia pode apoiar e automatizar todo o processo de vendas. Baixe aqui! Webinar sobre Produtividade e CRM Online

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As diferenças entre GED e ECM

Como a maioria dos estudos sobre esse assunto vem dos Estados Unidos, é natural que os significados das siglas sejam palavras em inglês que identifiquem a proposta principal. Por exemplo, é mais fácil se referir a CRM do que a Customer Relationship Management. Várias dessas siglas são usadas para diferenciar produtos semelhantes de empresas diferentes, ou mesmo sua tradução. No caso de CRM, por exemplo, usa-se também a sigla GRC, Gestão do Relacionamento com o Cliente, em português. Caso semelhante ocorre com GED (Gerenciamento Eletrônico de Documentos) e ECM (Eletronic Content Management). São conceitos bastante semelhantes, embora o primeiro use a sigla correspondente ao português e o segundo em inglês. Semelhantes, mas não iguais. O uso contínuo desses processos mostrou que era importante fazer uma diferenciação. Enquanto o GED trata dos documentos da empresa, o ECM trata de todo o conteúdo eletrônico dela, ou seja, o ECM é uma evolução do GED.

A evolução do GED

Os sistemas de gerenciamento de conteúdo empresarial (ECM) evoluíram com a tecnologia e as mudanças nas necessidades dos negócios. O GED (Gestão Eletrônica de Documentos) tornou-se tão importante e eficiente que seu escopo de atuação aumentou. E, em maior escala, pode ser chamado de ECM. O objetivo maior por trás dos sistemas de ECM é tornar o negócio melhor e mais eficaz. Desde sempre, qualquer empresa estabelecida precisou e utilizou um sistema de gestão de conteúdo e documentos. Sejam arquivos físicos e pastas suspensa até uma inteligência para criar diretórios no servidor. Todos precisam de uma direção e lógica para guardar e buscar as informações contidas nos documentos. Em primeiro lugar, vamos descrever o tipo de conteúdo gerenciado por ECM. Em seguida, o que significa gerenciar o conteúdo e, por último, a dinâmica do gerenciamento de conteúdo.

Conteúdo

Conteúdo descreve qualquer documento ou registro que é criado, capturado, armazenado, compartilhado ou arquivado por uma organização. Alguns exemplos:
  • Faturas de fornecedores.
  • Currículos de candidatos a emprego.
  • Registros dos alunos.
  • Contratos.
  • Correspondência.
  • Os relatórios de pesquisa.
Os Sistemas ECM também manipulam a movimentação dos documentos entre os interessados. As versões eletrônicas e facilidades da era digital geraram novos tipos de documentos e digitalizaram os tipos antigos. Não é possível mais manter-se no mercado sem e-mails, arquivos em PDF, fotos, imagens digitalizadas e muito mais.

Gestão

O gerenciamento de conteúdo refere-se a como ele é organizado e como se movimenta através das etapas necessárias de operações de uma organização. Por exemplo, as ordens de compra devem ser assinadas, os registros devem ser arquivados e pedidos de férias dos empregados devem ser aprovados ou negados. Embora os métodos tradicionais de gerenciamento de conteúdo dependam de documentos em papel e processos manuais para o trabalho começar a ser executado, sistemas eletronicos de gerenciamento de conteúdo corporativo aumentam a produtividade para as organizações. Algumas vantagens mais evidentes:
  • Economia de tempo gasto em tarefas manuais.
  • A redução do consumo de papel.
  • Maximização do espaço de armazenamento do escritório.

Empresa

Em um contexto organizacional, a empresa significa mais do que um departamento. Ela refere-se a sistemas e processos que se estendem por toda a organização. A empresa transforma grupos diferentes de departamentos, metas, orçamentos e processos em uma estrutura de negócios coesa. Por exemplo, a implantação de um sistema de gestão documental, que pode beneficiar vários departamentos e funcionários é uma abordagem empresarial para melhorar as operações. Ela permite que as organizações:
  • Melhorem suas economias de escala.
  • Compartilhem recursos entre os departamentos.
  • Sejam beneficiadas pelos conhecimentos e qualificações de vários funcionários.
  • Acessem instantaneamente documentos por meio de um repositório compartilhado.
  • Melhorem a precisão das informações através de armazenamento centralizado de documentos.

Como empresa, conteúdo e gestão trabalham juntos

Em suma, o conteúdo é a informação que a organização usa para atingir objetivos maiores. Gerenciamento representa os métodos pelos quais uma organização gere as informações. Empresa responde o “porquê”, ou por quem, uma organização deve gerenciar seu conteúdo de uma determinada maneira. Com isso, percebe-se claramente a semelhança entre ECM (Eletronic Content Management) e GDE (Gerenciamento de Documentos Eletrônicos).

Como implantar Sistemas de ECM

Estas cinco ações são essenciais para um sistema ECM:
  • Capturar
  • Armazenar
  • Recuperar
  • Automatizar
  • Segurança

Capturar informações

Gerenciar o conteúdo de uma organização começa com a captura e a importação de informações para o repositório. Alguns métodos de captura de documentos incluem:
  • Usar formulários eletrônicos para fazer documentos digitais a partir do ponto de criação.
  • Digitalizar documentos em papel, que podem ser arquivados em um repositório digital pela maioria dos sistemas ECM — as diferenças entre os sistemas podem ser facilmente encontradas na forma como eles executam essa função.
  • Capturar documentos digitais, incluindo PDFs e imagens.
Durante o processo de captura, é importante utilizar um sistema de ECM eficiente e que gere metadados (informações sobre o próprio documento). Fazer isso permite que se façam pesquisas rápidas sobre qualquer documento usando informações como:
  • Número de referência da fatura
  • Documento data de criação
  • Nome do vendedor
  • Entre outras

Armazenamento

Com bons sistemas de ECM, as organizações podem facilmente armazenar qualquer documento crítico para os negócios em um repositório digital, permitindo aos usuários:
  • Ver ou fazer edições a qualquer documento, dependendo dos direitos de acesso do usuário.
  • Ver informações sobre cada documento (metadados).
  • Organizar os documentos dentro de pastas com uma estrutura lógica.

Recuperar

Uma vez que os registros de uma organização tenham sido armazenados de forma segura, ele pode:
  • Encontrar qualquer documento usando um sistema ECM que ofereça pesquisa de texto;
  • Identificar palavras ou frases específicas dentro de um documento de texto, metadados, anotações e nomes de entrada;
  • Usar opções de pesquisa predefinidas para pesquisar por data de criação do documento, os nomes dos usuários que fizeram retiradas de documentos além de outros metadados.

Automação de Processos

A automação ajuda as organizações a alcançar melhores resultados e com menos recursos. Alguns sistemas de ECM que possuem recursos de automação digital podem:
  • Diagramar os passos de um processo de negócio usando um construtor de fluxo de trabalho do tipo arrastar-e-soltar.
  • Automaticamente encaminhar documentos para as pessoas certas no momento certo.
  • Encontrar erros antes que um trabalho mude de mãos.

Segurança da Informação

Um sistema de ECM confiável tem configurações de segurança personalizáveis ​​que permitem que as organizações protejam as informações do acesso ou impeçam modificações não autorizadas. Por exemplo, alguns sistemas de ECM permitem aos departamentos de TI:
  • Restringir o acesso a pastas, documentos, campos, anotações e outras propriedades do documento, conforme necessário.
  • Monitorar o login e logout do sistema, criação e destruição de documentos, alterações de senha e muito mais.
  • Proteger metadados sensíveis, controlando o acesso à informação para as pastas individuais, modelos e campos.
  • Alguns sistemas de ECM permitem que as organizações tornem restrito o acesso a pastas, documentos, campos, anotações e outras propriedades do documento, conforme necessário.
Enfim, tudo que se fala de ECM pode ser estendido para o GED. Não vale a pena fazer distinções, sob pena de se restringir a atuação de excelentes ferramentas de gerenciamento de documentos. O melhor exemplo de sucesso de criador deste tipo de sistema é também um dos seus maiores usuários: a Microsoft. Precisa dizer mais? Conheça com o SharePoint Online pode ajudar sua empresa a implantantar de modo simples, eficiente e barato uma solução de ECM ou GED na organização de seus departamentos ao participar de nossa consultoria gratuita. Inscreva-se aqui! Banner sobre consultoria gratuita de SharePoint Online (ECM, GED e Portais de Intranet)

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Veja 4 mitos sobre o CRM

Pequenas e médias empresas que precisam de inovação tecnológica para aumentar a sua produtividade, melhorar a gestão comercial e o relacionamento com os clientes devem implementar um CRM (do inglês Customer Relationship Management, ou em português, Gestão de Relacionamento com o Cliente). Mas os mitos sobre essa ferramenta ainda levantam algumas dúvidas sobre os reais benefícios da sua implementação. A verdade é que essa ferramenta é fundamental para todos negócios, independente do seu ramo de atuação e pode ajudar a reduzir custos com a infraestrutura de TI, por exemplo. Neste post vamos te mostrar 3 mitos sobre o CRM que você precisa parar de acreditar agora:

CRM é muito caro

Definitivamente não. Um CRM pode ser implantado em qualquer empresa independente do porte e do mercado em que atua. O valor vai depender da necessidade da sua empresa, da quantidade de usuários, volume de informações e customizações demandadas para a área de TI na implementação. A implementação do CRM, quando bem planejada, tem um retorno do investimento maior que as despesas do projeto. Isso ocorre porque a empresa contará com apoio em todas as etapas de contato com o cliente, desde a prospecção até a fidelização durante o processo de pós-vendas, facilitando o entendimento da necessidade do cliente e oferecendo soluções mais assertivas para atendê-lo.

A mesma estratégia é utilizada em todos os canais

Cada cliente tem particularidades e necessidades diferentes, além disso, existe uma diferença de público de acordo com cada canal de vendas da empresa. Utilizar as mesmas estratégias e scripts de abordagem para todos os canais pode não ser tão assertivo nesses casos. Muitas empresas têm dificuldades nessa etapa e deixam a desejar quando subestimam o poder de vendas e fidelização em todos os canais da companhia. A aquisição de uma ferramenta de gerenciamento da base de clientes visa desmistificar que o CRM serve só para vendas e demonstrar o quanto a ferramenta pode ser transversal e auxiliar todos os departamentos da empresa no gerenciamento do relacionamento com os consumidores, integrando todas as informações de um cliente dentro da base de dados da empresa.

CRM é uma ferramenta de vendas

O CRM é uma ferramenta de gestão de relacionamentos e pode ser utilizado por empresas com ou sem fins lucrativos. Independente da sua necessidade de vendas, o CRM é a peça-chave para gerir o contato com os seus clientes, reunir o máximo de informações sobre eles para que a sua empresa possa sempre oferecer as melhores soluções para seus problemas. Além disso, esse sistema tem também como funcionalidade manter o histórico de todos os contatos do cliente, como, por exemplo, quando ele falou com um departamento ou área e qual foi o motivo. De posse dessas informações, as áreas de marketing e atendimento podem traçar estratégias e obter vantagens perante os seus concorrentes, por exemplo.

Serve apenas para SAC ou Call Center

A equipe de atendimento será sempre o principal usuário do CRM, afinal, sempre que o seu cliente precisar de ajuda é essa área que ele vai procurar. Mas, na verdade, toda a empresa deverá utilizar o CRM, seja para registrar uma solicitação, uma compra realizada, datas de interação dos clientes, recorrência, datas de aniversários, informações cadastrais, financeiras e qualquer outro detalhe que sua empresa pode precisar quando receber ou efetuar um novo contato com os clientes. E então, entendeu melhor por que essas afirmações sobre o CRM são mitos? Conhece algum outro? Deixe o seu comentário aqui no blog! Banner para download do e-book "Otimizando suas vendas com o CRM"

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ROI em TI: aprenda a calcular o retorno dos investimentos no setor

Investimentos em TI ganharam destaque na vida das companhias nos últimos anos. Administradores passaram a ver a tecnologia como uma ferramenta para a melhoria na realização de processos internos, de rotinas corporativas e aumento da capacidade de inovação das empresas. Diante dessa mudança de cenários, gestores e analistas de TI começaram a ser cobrados pela eficácia das aplicações de capital feitas na área. As razões são simples de entender: gastos em tecnologia são altos e nem sempre geram benefícios financeiros fáceis de serem mensurados. O cálculo do ROI em TI, ou retorno sobre o investimento, é uma métrica utilizada pela maioria dos profissionais para definir a eficiência de um projeto. Se você quiser aprender a calcular o retorno dos seus investimentos nesse setor, acompanhe!

O que é ROI?

De todos os indicativos econômicos relacionados a um projeto novo, o ROI (sigla para return on investment, em inglês) é um dos mais importantes. Ele auxilia administradores a terem expectativas reais durante o planejamento e a implementar novas soluções em TI dentro da corporação. Ele também pode ajudar a empresa a tomar decisões, medir como uma ação de marketing impactará a imagem de uma companhia, como uma mudança de rotinas vai melhorar o ambiente interno ou até aumentar a produtividade dos colaboradores.

Como calcular o ROI em TI?

O cálculo do ROI em TI é mais complexo do que em outros investimentos, e os motivos para isso são variados. Investir em tecnologia normalmente sai mais caro do que em outras áreas da companhia. Além disso, soluções de hardware e software nem sempre estarão diretamente ligadas a melhorias no balanço fiscal. Gastos em TI tendem a impactar a produtividade dos colaboradores e melhorar o ambiente interno, dificultando o cálculo da viabilidade financeira dos projetos na área. Uma boa maneira para começar a definir o ROI de um projeto é separá-lo em três categorias:
  • Aqueles que são necessários para o funcionamento da companhia;
  • Aqueles que melhoram a operação da empresa;
  • Aqueles que dão a oportunidade para a organização aumentar o seu market share.
Para a primeira categoria, é mais interessante medir como as despesas vão impactar o desempenho da companhia e qual a melhor maneira de reduzir os custos em longo prazo. Já para as outras duas, é interessante verificar se os custos com a iniciativa serão maiores do que os possíveis benefícios de longo prazo. Em todos os casos, a mensuração do ROI deve incluir todo o dinheiro gasto antes e durante a implantação do projeto. Ter metas realistas é indispensável, assim como o seu monitoramento constante. A taxa de retorno pode variar de forma significativa entre investimentos e, às vezes, pode até ser negativa. Quando se trata de TI, a melhor maneira de mensurar o ROI é ter em mente que esse é um tipo de investimento que reduz gastos por meio da melhoria da eficiência operacional de uma companhia, através da automatização de tarefas e redução de erros.

ROI: nem sempre o melhor cálculo para a viabilidade de um projeto

Vários gastos em TI não trazem benefícios que podem ser mensurados. Como boa parte deles vai impactar indiretamente nas receitas da companhia ou estará sujeito à influência de uma série de variáveis externas, é importante que o gestor de TI entenda as diferenças das despesas em sua área em relação ao de outros setores. A principal vantagem do ROI em TI é que ele consegue apontar as vantagens e desvantagens da maioria das aplicações que envolvem tecnologia. Assim, analistas trabalharão com resultados mais realistas, prazos bem definidos e com a exata noção de como o seu trabalho vai impactar a vida corporativa. Ainda tem dúvidas sobre o cálculo do ROI em TI? Entre em contato conosco ou deixe aqui o seu comentário! Banner do Webinar sobre Office 365

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