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Conheça a técnica do Solution Selling e os seus benefícios

​Em um mundo cada vez mais competitivo, é fundamental que as empresas busquem soluções criativas para cativar seus consumidores e fechar negócios com a maior agilidade possível. Para isso foram criadas diversas técnicas capazes de alavancar os resultados e gerar verdadeiro valor para o produto oferecido. Neste artigo falaremos sobre a Solution Selling (venda de solução, em tradução livre). Apesar de não ser uma novidade, essa técnica tem demonstrado grande poder de geração de resultados quando devidamente aliada aos diversos benefícios que o ambiente digital oferece. Isso acontece porque a Solution Selling baseia-se na ideia de entender a dor (problema) do cliente e, a partir desse entendimento, oferecer uma solução plausível que resolva essa situação, gerando resultados que, em muitos casos, nem o cliente esperava. Continue lendo e entenda o que é, quais os benefícios e como aplicar essa técnica na sua empresa!

Uma metodologia antiga e comprovada

A base da Solution Selling foi desenvolvida por Frank Watts no final dos anos 1970. A ideia logo propagou-se e foi tida por revistas especializadas como uma tendência inequívoca na distribuição de sistemas relacionados com produtos. A primeira grande companhia a adotar a técnica foi a gigante da tecnologia Xerox. Seu sucesso baseia-se, de maneira simplificada, na ideia de que é preciso entender as necessidades do cliente para ofertar o produto certo, na hora certa e gerar o valor necessário para que ele sinta-se confortável e confiante ao aceitar pagar o preço estabelecido, dado o valor que identifica na solução.

Um novo contexto favorável

O ambiente digital e suas facilidades criaram um novo contexto de vendas e relacionamento com clientes e potenciais consumidores extremamente favorável para a Solution Selling. Isso porque sistemas de relacionamento com o cliente (CRM - Customer Relationship Manager) dão a possibilidade de reunir uma gama gigantesca de informações acerca dos prospects, antes mesmo de iniciar o contato com eles ou a partir da interação que eles fazem com sua marca através do site, redes sociais ou outros canais de contato. Além disso, é possível complementar a estratégia com técnicas como o Inbound Marketing, que favorece a nutrição de leads e eliminação de objeções para dar maior confiança ao potencial cliente, dando mais possibilidades para os vendedores de fecharem negócios para a sua empresa.

E como funciona a Solution Selling na prática?

Após tantos anos de desenvolvimento, o termo Solution Selling acabou se tornando algo genérico, que normalmente representa a capacidade da empresa de solucionar os problemas (dores) dos seus potenciais clientes, com soluções cujo valor gerado é a principal característica. Todavia, é possível determinar oito passos básicos para entender e adotar a técnica. Vamos entender cada um deles:

Prospecção

O primeiro passo para aplicar a Solution Selling é detectar no mercado os potenciais clientes e suas dores. Em qual nicho de mercado estão? Qual perfil é o ideal para seu produto gerar os resultados esperados? Quais empresas têm o orçamento necessário para fechar negócio com você? Nesse ponto é fundamental reunir o maior volume possível de informações sobre os prospects: quem são os tomadores de decisão? Quando fecham o orçamento anual? Já usam outro fornecedor? Quanto mais informação, maiores as chances de adaptar a apresentação de sua solução aos principais problemas do potencial cliente.

Diagnosticar as necessidades do cliente

Nesse passo, inicia-se o relacionamento com os possíveis clientes. Para determinar suas necessidades não basta apenas ligar e perguntar, é preciso que o seu time de vendas vá além, aliando o conhecimento adquirido ao longo da sua jornada profissional às necessidades específicas de cada prospect. Lembre-se sempre de que uma solução não é apenas uma “resposta a um problema”. Ela é um acordo entre vendedor e cliente e, mais importante, um acordo que gere resultados plausíveis, mensuráveis e desejados. É a capacidade de adaptar um produto/serviço às especificidades de cada prospect. O que nos leva ao próximo passo.

Desenvolver uma potencial solução

A partir dos dados coletados na prospecção e no diagnóstico das necessidades de cada cliente é possível desenvolver uma solução que gere resultados tangíveis. Nesse ponto, a maleabilidade do produto/serviço é importante, mas também é fundamental que o vendedor saiba defender as características do que vende. Muitas vezes, o cliente também deverá adaptar-se à solução. Quando ambas as partes concordam, as chances de sucesso se multiplicam! Por isso, é fundamental pesquisar muito sobre o mercado do cliente, suas necessidades específicas e, sempre que possível, buscar cases de sucesso relativos a cada caso.

Estabelecer valor

O estabelecimento de valor do produto é uma prática importante para que o cliente veja a solução oferecida como um benefício, e não um gasto. Esse valor é gerado, principalmente, através da comprovação dos resultados alcançáveis com o produto. Isso pode ser feito de diversas maneiras, desde a apresentação de cases de sucesso até o comprometimento formal da empresa com metas do cliente. Aqui, a segurança e conhecimento dos vendedores (acerca do produto e, mais importante ainda, da realidade do cliente) é fundamental.

Negociar acesso aos tomadores de decisão

Muito provavelmente, os vendedores iniciarão o diálogo com um intermediário e a decisão de fechar o negócio ou não será tomada por outra pessoa. Quando um vendedor consegue ter acesso ao tomador de decisão, esse contato direto aumenta drasticamente as chances de venda. Por isso, é importante pesquisar quem são essas pessoas que “assinam o contrato” e tentar contato com elas. Vale ressaltar a importância óbvia de respeitar a hierarquia e jamais “atropelar” o seu primeiro contato, claro.

Comprovar a eficácia, ROI e solução em contexto geral

A comprovação da eficácia, cálculo do ROI (retorno sobre investimento) e aplicação da solução no contexto geral do cliente são ferramentas extremamente poderosas para gerar valor ao produto/serviço oferecido. Para isso, é muito importante acompanhar os consumidores que já adquiriram a solução e oferecer o máximo de informações possível para o seu time de vendas. Nunca se sabe quando um número será a peça chave para fechar um negócio, por isso coletá-los nunca é demais!

Negociar uma solução “ganha-ganha”

O melhor resultado de uma negociação é sempre aquela que beneficia ambos os lados. Por isso é importante que o vendedor conheça muito bem os produtos que oferece e, além disso, entenda profundamente a realidade do prospect. Encontrar esse meio termo é a melhor maneira de fidelizar o cliente e gerar bons resultados satisfatórios para a empresa e o consumidor.

Acompanhamento para assegurar o sucesso do cliente

Acompanhar os resultados dos clientes oferece inúmeros benefícios. Desde a captação de dados importantes para argumentação com outros prospects até a detecção de possíveis cross-sellings e up-sellings. Por isso é muito indicado que a empresa tenha um time de Customer Success, responsável por esse acompanhamento. Cada um desses passos tem características específicas que devem ser mais ou menos exploradas pelos vendedores de acordo com as especificidades dos clientes e de seus produtos/serviços. Mas todos têm em comum um objetivo: fechar melhores negócios. Quer entender mais sobre técnicas de venda e aumentar o faturamento da sua empresa? Clique no banner abaixo e faça o download gratuito do e-book "Otimizando suas vendas com o CRM". Banner para download do e-book "Otimizando suas vendas com o CRM"

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3 estratégias de marketing que seu time de vendas pode executar

A atração e a manutenção dos clientes são pontos que devem ser especialmente pensados pelos empreendedores. Para trazer novos consumidores para suas empresas e manter os que já têm ativos, é importante investir em marketing de qualidade. Para tanto, é preciso que o empreendedor conheça bem o perfil dos seus clientes potenciais e trace estratégias de marketing que atinjam especialmente a esse público. Muitas das técnicas comuns ao time de marketing podem ser aplicadas também pelos vendedores e podem gerar muitos resultados positivos para a sua empresa! Essa junção dos esforços de marketing e vendas em busca da melhoria nas taxas de conversão de novos clientes da empresa é chamada de Smarketing e vem ganhando força no Brasil, como entenderemos neste post.

O que é Smarketing?

A junção das palavras “sales” e “marketing”, vindas do inglês, forma o termo Smarketing (ou vendarketing). Os empreendedores conhecem bem os desalinhamentos possíveis entre vendas e marketing, e o Smarketing propõe trabalhar contra essa dificuldade, assim tentando harmonizar a área de vendas e de propaganda. Peter Drucker, reconhecido no ramo da Administração, disse que “a única fonte de lucro é o cliente”. O Smarketing funciona segundo esse princípio; tanto as vendas quanto o marketing são áreas que veem o cliente como foco dos negócios, e por isso não deveriam rivalizar. A estratégia do Smarketing é justamente alinhar ambas as vertentes para conquistar e fidelizar consumidores. A forma de atuação do Smarketing é a seguinte: definição de objetivos, implementação de acordos entre as áreas de marketing e vendas, manutenção da comunicação aberta, discussão dos sucessos nos processos de vendas da empresa e acesso a dados confiáveis para tomar as decisões dentro da empresa. Segundo estudos, as organizações que alinham suas vendas e seu marketing crescem 20% em receita anualmente. Conheça a seguir as melhores maneiras de implementar o Smarketing!

Consulta às redes sociais

Uma prática comum no marketing é contatar os potenciais clientes através das redes sociais — e ela pode ser adotada pelo time de vendas. Consultar os perfis dos clientes permite que o time de marketing crie conteúdos mais relevantes para eles. Já no caso dos vendedores, conhecer o perfil online de seus clientes permite criar uma conexão com eles, que pode vir a facilitar as futuras vendas. Conhecer o que o seu consumidor procura é sempre um ponto positivo na área das vendas, e por isso as redes sociais podem ser boas aliadas para traçar o perfil de compra dos consumidores potenciais e oferecer exatamente aquilo do que eles precisam. A dica também é válida para clientes que estão em processo de compra. É interessante utilizar os posts das redes sociais das empresas que estão comprando do seu negócio. Com isso, você as conhece melhor e entende suas necessidades, podendo fomentar o relacionamento com esses clientes.

Monitorar notícias

Muitas vezes, o time de vendas tem uma empresa como cliente potencial, mas não consegue fazer contato para oferecer seus serviços. Uma boa estratégia para conseguir entender as necessidades do seu potencial consumidor e decidir o momento de fazer contato é monitorar as notícias relacionadas a essas empresas. Com isso, os vendedores conseguem entender o que está acontecendo nas empresas que são consumidores em potencial e decidir o melhor momento para fazer uma abordagem. Isso pode ser automatizado se o vendedor seguir a página da empresa que está prospectando no LinkedIn ou se tiver bons filtros e segmentações criadas sobre potenciais clientes no Linkedin Sales Navigator. Outra forma seria configurar o Google Alertas para notificá-lo sempre que uma notícia relacionada à empresa que está sendo prospectada surgir na mídia.

Templates de e-mail

O marketing por e-mail é vantajoso para as empresa porque tem baixo custo e grande alcance. O e-mail marketing utiliza os serviços de mensagens eletrônicas para fazer marketing direto com o consumidor e avalia o retorno gerado por meio de relatórios e análises gráficas, assim possibilitando a criação de campanhas mais bem direcionadas. Mas essa estratégia também pode ser usada pelo time de vendas. Os vendedores normalmente não utilizam e-mails exclusivos e não usam templates, mas essas são ótimas técnicas para se aplicar com os novos clientes ou com os que estão em processo de compra. Isso ajuda a nutrir o relacionamento com os clientes que já compram na sua empresa e conquistar o interesse dos novos consumidores. A dica é criar e-mails separados por categorias: e-mails de apresentação, de nutrição, de negociação e de fechamento. Quer saber mais sobre estratégias para a sua equipe de vendas? Clique no banner abaixo e faça download do nosso e-book sobre dicas e técnicas para o processo de vendas! Banner para fazer download do e-book "Processo de Vendas: Dicas e Técnicas."

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A internet das coisas irá revolucionar seu negócio: entenda!

Uma das principais tendências da tecnologia dos últimos anos, a internet das coisas é um conceito aplicado a uma série de gadgets e eletrônicos que estão conectados à internet para trocarem informações entre si e com servidores remotos. Dados de saúde, perfis de consumo e até a hora em que chegamos em casa são armazenados em serviços de cloud computing que permitem a análise e o processamento desses registros.

Esses aparelhos poderão ser incorporados às estratégias comerciais de uma empresa diretamente ou não. Nos próximos anos, espera-se que a internet das coisas (ou apenas IoT) torne-se tão importante quanto a internet para estabelecimentos comerciais. Quer saber mais? Então leia o nosso texto de hoje!

O que é a internet das coisas?

A internet das coisas é um conceito que abrange a maioria dos equipamentos e peças de hardware que estejam conectados à internet para troca de dados. Eles dominarão o mercado, a ponto de elevar o número de aparelhos conectados a uma rede de dados para 10 bilhões ainda no final dessa década. Isso é um número consideravelmente maior do que o de humanos!

Em poucos anos, a nossa vida será tomada por termostatos, televisões, geladeiras e cafeteiras que se conectam à internet para obter dados e auxiliar nosso dia a dia. No supermercado, conseguiremos verificar quais itens estão faltando dentro do nosso congelador, por exemplo.

Como isso afetará a minha empresa?

No ambiente corporativo, a revolução da internet das coisas se dará em duas pontas: a segurança e o processamento de dados.

O boom de novos aparelhos aumentará consideravelmente a quantidade de informações digitais disponíveis para empresas entenderem o seu público-alvo. Para se manterem competitivas, elas deverão investir em ferramentas de Big Data e gestão de produtos, que auxiliarão gestores a identificarem tendências de mercado, planejar melhor os seus investimentos e criar serviços mais eficientes.

Por outro lado, as vulnerabilidades dos novos gadgets podem ser cruciais na expansão da internet das coisas. Ao migrarem as suas linhas de produtos, muitas empresas ignoram determinados padrões de segurança. Sem a proteção de senhas, atualizações constantes e o uso de protocolos de segurança, uma simples cafeteira pode tornar-se a porta de entrada para um ataque virtual de grande escala.

Microsoft Azure: as portas para o futuro

Uma vez que a sua empresa passe a utilizar uma solução IoT, é crucial que ela conecte cada aparelho e sensor à nuvem. Assim, eles serão capazes de transmitir informações para serviços de cloud computing (no geral, os de Big Data). A partir dos dados obtidos em grande escala, a empresa poderá desenvolver novas estratégias e produtos melhores.

A proliferação rápida desses aparelhos no mercado e a quantidade de plataformas e protocolos utilizados criou a necessidade de companhias terem uma gestão de hardware centralizada. Isso pode ser feito em plataformas como a Microsoft Azure. Essa solução permite o monitoramento em tempo real de cada aparelho e, a partir disso, a detecção automatizada de anomalias.

Por permitir a análise de milhões de eventos simultaneamente, gestores podem identificar falhas, padrões e tendências mais facilmente. O tempo de resposta a problemas diminui, já que os algoritmos de aprendizado de máquina permitem a detecção de erros antes que eles passem a ser uma grande dor de cabeça.

Preparando-se para um futuro conectado

A internet das coisas tem tudo para ser uma das maiores revoluções tecnológicas do século XXI. Apesar de recente, essa nova tendência em TI já é representada por bilhões de aparelhos que se conectam à nuvem para fornecer dados interativos em tempo real. Graças a eles, falamos com nossas TVs, utilizamos mais o GPS e temos uma vida mais cômoda.

Para empresas, a internet das coisas vai representar uma nova forma de criar, inovar e pensar o seu público-alvo. Nesse cenário, Big Data e o machine learning serão os protagonistas da busca por mais eficiência e qualidade. Você está pronto?

Agora é a sua vez! Qual a sua opinião sobre a internet das coisas? Você acredita que essa tendência vai mesmo mudar o mundo? Compartilhe a sua opinião conosco!

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Intranet e extranet: qual a diferença e como elas podem ajudar sua empresa?

A Guerra Fria não foi apenas um momento de grande tensão na História. Se não fosse por ela, quase toda a tecnologia contemporânea não existiria. Por exemplo, uma das primeiras redes de computadores, a ARPANet, foi criada ainda em 1969 pelo Departamento de Defesa dos EUA. Já nos anos 80, era ela que daria origem ao que chamamos hoje de internet.

Entretanto, esse conceito de uma grande rede de aparelhos que usam o mesmo protocolo para se comunicar se expandiu nos últimos anos, dando origem a novas tecnologias. Duas delas ficaram conhecidas por sua alta aplicabilidade empresarial: a intranet e extranet.

Por mais que seus nomes possam causar certa confusão, suas ideias e seus objetivos dentro de um negócio são bem distintos. Vamos conhecer melhor suas definições, diferenças e saber como elas podem ajudar a sua empresa.

Entendendo os modelos

Em poucas palavras, a intranet poderia ser definida como uma “internet exclusiva à empresa”; ou seja, é uma rede na qual participam apenas os computadores do próprio local de trabalho, usando os protocolos e tecnologias da internet para se comunicarem. Cada colaborador tem a sua autenticação pessoal de acesso ao sistema e consegue ver apenas os dados que o administrador permite a ele.

Já a extranet é uma expansão da intranet, ou melhor, um "híbrido de intranet e internet". Seu conceito reside na possibilidade de pessoas acessarem remotamente todo o conteúdo disponível dentro da intranet. Nesse caso, a preocupação com autenticação de usuários e restrição de acesso é ainda maior.

Comparando intranet e extranet

Já dissemos que esses dois conceitos são bem diferentes: agora é hora de entender em que reside essa desigualdade. Enquanto a intranet mantém o acesso aos seus arquivos restritos aos colaboradores de uma empresas, podendo ser acessada via rede LAN (sigla de Rede de Acesso Local, em inglês) instalada fisicamente na empresa — e, portanto, só pode ser acessada por computadores que estejam naquele espaço — ou por meio de portais em SharePoint que permitem o acesso remoto, mas autenticam os usuários no sistema antes de permitirem que vejam os conteúdos armazenados, a extranet pode ser acessada por qualquer pessoa que seja autorizada pelo administrador da rede e que possua um login e senha.

Conhecendo os benefícios

Ambos os modelos de rede têm grandes benefícios para qualquer tipo de negócio, incluindo alguns em comum. Por conectarem várias pessoas de um mesmo grupo, eles permitem uma comunicação instantânea e melhoram o compartilhamento de dados entre as pessoas que fazem parte ou relacionam-se com a empresa.

Considerando apenas o contexto da intranet, ela é uma verdadeira aliada da colaboração entre os funcionários. Alguns sistemas, como o Yammer conjunto ao SharePoint, até criam uma “rede social corporativa” para melhorar essa interação. Ela ainda pode conter vários outros sistemas que auxiliam no dia a dia da empresa, dentre os quais podemos citar ferramentas para gestão de projetos, um serviço privado de e-mails e suporte a videoconferências.

Já a extranet pode ser muito útil em vários outros cenários. Ela pode ser aberta a parceiros de negócio, fornecedores ou franqueados, por exemplo, para melhorar a comunicação e acelerar certos trâmites entre ambas as partes. Ao mesmo tempo, também pode ser vantajosa na interação com o cliente, aprimorando a relação dele com a empresa — sistemas de internet banking e portais para acesso de contas telefônicas são utilizações bem conhecidas desse modelo.

Intranet e extranet, mesmo que distintas, são conceitos muito úteis para o TI de qualquer negócio!

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6 dicas de vendas pessoais

As vendas pessoais englobam todo o processo de relacionamento entre um vendedor e um cliente, desde a identificação das necessidades desse consumidor até as ações de pós-venda. Ao contrário de outros tipos de abordagem, a venda pessoal ocorre através da apresentação de um produto ou serviço. Por isso, é considerada uma forma de comunicação direta, já que o vendedor fala com o potencial comprador ao mesmo tempo em que escuta suas considerações, dúvidas e comentários a respeito da oferta.

Pelo seu caráter altamente relacional e interativo, as vendas pessoais costumam trazer ótimos resultados em termos de conversão. Em geral, a porcentagem de clientes em potencial que compram é maior do que em outras modalidades de venda. Entretanto, para garantir esse sucesso é preciso seguir alguns pontos essenciais, como a série de dicas que apresentamos a partir de agora. Confira e aproveite:

1. Trace (e acompanhe) suas metas

Um dos pontos mais importantes para ter sucesso nas vendas pessoais é contar com objetivos claros. Quantos contratos devem ser fechados por mês? Qual a receita a ser gerada? Qual o crescimento planejado para o semestre? As metas devem ser conhecidas e constantemente relembradas para servir como estímulo aos vendedores.

2. Saiba quem são os decisores

Para um vendedor, de nada adianta gastar todo seu tempo e energia tentando vender para quem não é o responsável por efetivar as compras. Muitos vendedores erram ao tentar persuadir funcionários que estão num ponto da hierarquia que apesar de influenciar o processo de compra, não acabam decidindo. Outro problema comum é lidar com pessoas que até fazem parte do setor de compra, mas apenas processam os pedidos — ou seja, não são responsáveis pelas decisões.

Portanto, identifique os responsáveis nas suas negociações e saiba bem como abordar decisores em seu processo de vendas.

3. Utilize dados e estatísticas

Seu serviço ajuda os clientes a pouparem tempo? Quanto, exatamente? Seu produto contribui para gerar mais receita? Quanto isso representa em porcentagem?

Conhecer — e apresentar — os dados e estatísticas dos seus produtos e serviços pode fazer uma grande diferença na persuasão. Afinal, dados funcionam como provas e são muito mais poderosos do que a sua palavra.

4. Elimine as objeções de vendas

As objeções de vendas são dúvidas e receios que um potencial cliente tem antes de fechar a compra. Na verdade, elas são as grandes responsáveis pelas vendas que não chegam a ser concretizadas. Todo vendedor deve conhecer as objeções relacionadas aos seus produtos e preparar respostas para eliminá-las.

Algumas das objeções de vendas mais comuns são: preço alto demais; não entender o funcionamento do produto; não confiar no vendedor; achar que o produto e serviço não se aplicam para as suas necessidades; entre outras.

5. Utilize um sistema de CRM

O CRM, ou Customer Relationship Management, é uma das estratégias mais utilizadas atualmente para estruturar o processo de vendas e integrar todas as áreas da empresa para conseguir vender cada vez mais. Um sistema de CRM Online ajuda a mapear as necessidades dos clientes, facilitando o fechamento de novos contratos.

6. Prefira perguntas abertas

Essa é uma dica simples, porém muito eficiente para ser usada em negociações. Ao conversar com os clientes, evite fazer perguntas que só possam ser respondidas com "sim" ou "não". Em vez disso, opte pelas chamadas "perguntas abertas", que forçam a outra pessoa a conversar mais. Assim, o vendedor tem a chance de entender aos poucos as necessidades do cliente. Veja um exemplo abaixo:

Modo errado

  • Vendedor: Este apartamento te interessa?
  • Cliente: Não.

Modo certo

  • Vendedor: Que tipo de imóvel você procura?
  • Cliente: Preciso de algo espaçoso, mas que não seja caro demais. Estou disposto a morar mais longe do centro se for preciso, porque necessito de três quartos e duas vagas de garagem.

Chegou o momento de colocar tudo em prática nas vendas pessoais. Sem dúvida, você tem nas mãos informações que podem gerar ótimos resultados. Aplique as dicas vistas nesse artigo e volte aqui para nos contar como elas te ajudaram.

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Governança de TI: tudo o que você precisa saber!

Quando falamos em governança de TI, estamos nos referindo ao alinhamento da estratégia de TI com a estratégia do negócio. Ou seja, como a tecnologia pode auxiliar a empresa a alcançar seus objetivos, com a implementação de metodologias e maneiras de medir seu desempenho. Ao fazer governança de TI, a empresa está considerando todas partes interessadas a partir de processos bem ajustados com o auxílio de ferramentas tecnológicas, e, assim, pode obter resultados mensuráveis.

Uma estrutura de governança de TI deve responder a algumas perguntas chave, tais como: como o departamento de TI está funcionando? Quais são as principais necessidades de gestão de métricas e quais retornos a TI está trazendo para o negócio? Quais são os riscos em segurança da informação e como eles devem ser (ou estão sendo), tratados?

Logo, podemos também dizer que a governança de TI é uma extensão da governança corporativa. Ou seja, o conjunto de processos, ações e políticas que regem a empresa são estendidos para a gestão de recursos, ferramentas e soluções em tecnologia da informação.

Benefícios que a governança de TI pode trazer para a sua empresa

Uma boa estratégia de governança de TI agrega os seguintes benefícios à sua empresa:

  • Alinhamento de TI com os objetivos e estratégias organizacionais;
  • Aumento da visibilidade dos resultados entregues pelo departamento de TI;
  • Auxílio em projetos e gestão de carteiras;
  • Redução dos riscos de TI;
  • Aumento da automação (ganho de tempo e dinheiro);
  • Melhorias no planejamento estratégico de TI;
  • Melhorias na medição de desempenho do departamento e também em como as ferramentas e serviços de TI estão ajudando no desempenho do negócio;
  • Melhoria da cultura de TI dentro da organização;
  • Dimensionamento e gestão da demanda por serviços de TI por outros departamentos;
  • Otimização das operações de TI.

Melhorias na disponibilidade de ferramentas tecnológicas (sistemas, aplicativos, equipamentos), evitando paradas na operação.

Leia também: Método GTD: otimize a rotina da sua equipe de TI

7 dicas de governança de TI em pequenas e médias empresas

Apesar de ser um conceito que vem ganhando bastante visibilidade nos últimos anos no Brasil, a governança de TI ainda carrega a fama de ser uma prática direcionada às empresas gigantes. Mas isso não é verdade! Pequenos e médios negócios só têm a ganhar quando exploram melhor as possibilidades da TI na estratégia do negócio — e deixam de ver o departamento apenas como uma área de suporte.

A seguir, veja algumas dicas de governança de TI para as PMEs:

  1. Desenvolva missão, metas e objetivos de TI alinhados com a estratégia para apoiar a missão, as metas e os objetivos do negócio;
  2. Desenvolva um plano para melhorar as atividades de TI da empresa;
  3. Crie um acordo de níveis de serviços (SLA) que a TI prestará aos departamentos — como os usuários devem solicitar apoio e como podem levar ideias para que a TI busque ferramentas para auxiliar nos processos do negócio, por exemplo;
  4. Certifique-se de que toda grande iniciativa de governança de TI tenha um incentivador entre os diretores de departamento ou que seja incentivada pelo proprietário ou sócios da empresa, tendo um plano de ações, comunicação e orçamento específicos para cada projeto;
  5. Ative a participação de todos os gestores e diretores em comitês de TI;
  6. Crie métricas para monitorar e avaliar o desempenho das funções de TI.

Mapeie a avaliação da penetração da TI nas metas e objetivos estratégicos da empresa e realize a avaliação periódica.

Você já aplica os princípios de governança de TI na sua empresa? Deixe um comentário!

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