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Entenda as diferenças entre o Azure e o Amazon

A computação em nuvem ganha cada vez mais espaço entre empresas de todo o mundo. A cada dia, mais corporações transferem suas operações de data centers próprios para fornecedores externos, e o crescimento desse mercado é traduzido por um número: em 2015 US$16.5 bilhões circularam entre os principais fornecedores. Durante muitos anos, a Amazon dominou esse mercado com uma operação até dez vezes maior do que seus principais concorrentes. Mas com os recentes investimentos da Microsoft, a Azure tem ganhado espaço e, apesar de ainda ser menor que a rival, começa a destacar-se como uma excelente opção. Continue lendo este artigo e entenda as principais diferenças entre o Azure e o Amazon:

Capacidade de cálculo e armazenamento

Essas são, normalmente, as características de servidor que mais preocupam os consumidores. A Amazon oferece instâncias EC2 que podem ser adaptadas com um grande número de opções, moldando-se às necessidades específicas de cada usuário. Enquanto isso, a oferta da Microsoft Azure é centrada em torno de suas Máquinas Virtuais (VMs), com outras ferramentas, como Cloud Services e Gerenciador de Recursos para ajudar a implantar aplicativos na nuvem com maior rapidez e agilidade. Máquinas Virtuais são “computadores dentro de computadores”, ou seja, com apenas uma máquina física é possível rodar simultaneamente diferentes sistemas operacionais. Isso garante maior agilidade nos processos e constitui um grande benefício para os usuários.

Características específicas

Uma das vantagens mais citadas do Azure é a capacidade de uma empresa conectar o seu data center diretamente à nuvem por meio da criação de aplicativos. A simplicidade com que os gestores de rede podem executar essa ação é apontada como uma característica extremamente positiva. Além disso, o servidor conta com muitos aplicativos e softwares, o que facilita a configuração e reduz a necessidade de comprar uma licença para colocá-la na nuvem da empresa. Outras vantagens do Azure são a análise de dados e o ambiente de desenvolvimento e teste. A hospedagem de aplicativos web e mobile também chama a atenção, junto com o armazenamento, backup e capacidade de recuperação de dados. Já o ponto positivo da Amazon é a sua carteira de clientes, que conta com nomes de peso, como o Governo dos Estados Unidos e a gigante do entretenimento digital Netflix. Apesar disso, o Microsoft Azure também tem a NBC News e a fabricante de automóveis Ford.

Investimento necessário

Uma boa notícia para os gestores de TI é a constante queda nos preços de ambos fornecedores. De acordo com a consultoria Gartner, a maior demanda e capacidade de gestão das duas maiores empresas do segmento possibilitam que as necessidades individuais de cada cliente sejam atendidas com um custo muito similar. Para entender melhor quanto investimento pode ser necessário para seu negócio, ambas oferecem calculadoras digitais que levam em conta cada especificidade. Você pode acessar a da Microsoft Azure aqui e a da Amazon nesse link.

Escolhendo o melhor fornecedor

Escolher a melhor fornecedora de cloud computing depende das necessidades específicas de cada negócio e mercado. Em alguns casos, empresas utilizam diferentes produtos para segmentos distintos de atuação. De qualquer maneira, existem diferenciais básicos que ajudam a tomar a melhor decisão. Como o melhor caminho pode variar de situação para situação, é indicado entrar em contato com os fornecedores para saber qual solução adapta-se melhor à sua realidade e ao seu bolso. Entre em contato com nossa equipe e tire todas as suas dúvidas!  

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Google for Work vs. Office 365: veja o comparativo

Google for Work vs. Office 365: quem leva a dianteira nesta disputa, em termos da relação entre custo e benefício? Neste post vamos discutir, em detalhes, as duas opções mais robustas no segmento de ferramentas de produtividade baseadas em nuvem, considerando o compartilhamento de arquivos, a criação e edição conjunta de documentos, as contas de e-mail e calendário, dentre outras funcionalidades. Para os profissionais de TI, escolher entre essas duas opções pode ser uma tarefa complexa, pois cada uma oferece benefícios específicos que podem, ou não, adaptar-se e melhor às expectativas da empresa. A fim de facilitar o trabalho, faremos uma análise comparativa em quatro partes: custo, capacidade de armazenamento, planos de assinatura disponíveis e ferramentas oferecidas no pacote.

Custo

Tanto o Google for Work quanto o Office 365 partem de um plano básico que custa cinco dólares por mês, mas a Microsoft exige que o usuário adquira o serviço pelo período mínimo de um ano.

Capacidade de armazenamento

O Google for Work oferece 30 Gigas de espaço na nuvem por usuário, enquanto a Microsoft é bem mais generosa: quem opta pelo Office 365 tem nada menos que um Tera à disposição. Vale acrescentar que a Google disponibiliza armazenamento online ilimitado para contas com pelo menos cinco usuários no plano mais caro.

Planos de assinatura

O Google for Work pode ser adquirido em apenas duas modalidades: cinco dólares por mês para o plano básico e 10 dólares mensais para o plano mais completo. A Microsoft, por outro lado, diversifica as possibilidades de escolha ao trazer seis planos de assinatura: desde o mais básico, que sai por cinco dólares ao mês, até o recomendado para empresas médias e grandes, custando 20 dólares mensais.

Ferramentas disponíveis

Google for Work: Gmail, Hangouts, Google Drive e Google Docs. Office 365: Word, Excel, Outlok e PowerPoint. Neste caso, não se trata de dizer quais ferramentas e funcionalidades são melhores ou piores, já que ambas possuem virtudes e são líderes de mercado no segmento. Aliás, é comum que algumas empresas façam uso das duas propostas: as equipes de TI podem preferir o Google for Work, enquanto todos os outros departamentos costumam adaptar-se mais facilmente ao Office 365. A questão é que o Google for Work apresenta certos problemas de compatibilidade com os produtos da Microsoft, o que acaba sendo um empecilho para empresas de médio e grande porte. Assim, para negócios que acabaram de nascer a plataforma da Google pode ser mais indicada, se o objetivo é manter custos baixos. Porém, as aplicações da Microsoft revelam-se mais adequadas para empresas que estão expandindo suas atividades, com ferramentas que todos conhecem e nas quais podem confiar, pois vêm sendo desenvolvidas e aprimoradas há vários anos.

O veredito

Embora a computação em nuvem faça parte do DNA da Google, é um enorme desafio superar aplicações consagradas como o Excel, por exemplo. No fim, o embate Google for Work vs. Office 365 pode ser traduzido por uma questão de conforto para os usuários. E neste quesito, as ferramentas da Microsoft já provaram que continuam no topo, por oferecerem uma experiência de uso mais simples e intuitiva, agoratotalmente adaptada ao cloud computing.

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Qual o impacto da gestão de contratos em uma empresa?

Administrar contratos pode soar como uma tarefa burocrática e complexa, mas o manejo de contratos é algo imprescindível em toda empresa séria. Há diversos impactos negativos que podem ser prevenidos com uma gestão contratual eficiente, e com as ferramentas certas o processo fica bastante facilitado. Você conhece os impactos da gestão de contratos na sua empresa? Veja a seguir alguns deles e os benefícios que podem trazer!

Economia de tempo

O tempo é o recurso mais precioso de um empreendimento. Se os contratos da empresa encontram-se organizados e centralizados em uma plataforma em nuvem por exemplo, o acesso a informação fica muito mais prático. Basta mapear por meio de um registro de atividades o que foi feito e o andamento do fluxo de trabalho. Dessa forma, prazos também podem ser vigiados de perto, dificultando atrasos e potenciais prejuízos provenientes disso.

Economia de dinheiro

Expirar prazos também pode ser um desperdício de dinheiro: processos jurídicos, prejuízos com o cliente e lentidão no andamento do negócio dificultam a rentabilidade de qualquer serviço. Quanto dinheiro poderia ser economizado com advogados se os contratos estivessem organizados de maneira sistemática? Com os prazos em dia, os pagamentos mais ágeis serão uma consequência.

Respaldo e proteção legal

Muitas empresas acabam adotando modelos de contratos comuns já pré-existentes e de fácil acesso na internet pensando que estão economizando tempo e dinheiro. Essa estratégia pode funcionar quando tudo dá certo entre contratado e contratante, mas no caso qualquer imprevisto essa prática pode gerar grandes problemas jurídicos e econômicos! Enquanto novos tratos são realizados por meio de e-mails e reuniões informais, informações preciosas podem ser perdidas, prejudicando, assim, a segurança e a regularidade legal do acordo.

Integração e administração de informações

Cada cliente pode exigir mudanças de cláusulas segundo preferências pessoais. Por meio de softwares de gestão de contratos, é possível obter modelos fixos já aprovados por gestores para mudanças de cláusulas ou contratos. Dessa maneira, impede-se a retirada de uma cláusula essencial por acidente ou adição de irregularidades. Por meio de um registro de mudanças possíveis e com a comunicação facilitada pela rede da empresa, o ciclo das negociações torna-se mais claro e fluido, melhorando o gerenciamento dos projetos.

Como melhorar a gestão de contratos?

É possível adotar modelos de gestão de contratos como o Contract Lifecycle Management (CLM), também conhecido no Brasil como Gestão de Ciclo de Vida dos Contratos. Softwares em nuvem se integram, facilitando e agilizando a implementação de modelos como o CLM. Um bom começo é identificar todos os contratos que já estão fechados, em processo, ou negociações ainda não formalizadas. A partir daí deve-se criar normas e procedimentos padrão para como lidar com cada negociação e otimizar o fluxo de trabalho do início ao fim do contrato, incluindo um processo de documentação adequada de cada atividade em curso. Independente do modelo de gerenciamento utilizado para esses documentos, é importante que eles recebam a atenção adequada e não se transformem em problemas para a empresa no futuro. Gostou do texto? Compartilhe em suas redes sociais e ajude outras pessoas com a gestão de contratos!

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