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Valuation: entenda como calcular o valor da sua empresa

Você sabe exatamente qual é o valor da sua empresa? Não? Possui apenas uma ideia? Então é hora de parar e ler o post que preparamos para você. No mercado atual, o dado mais importante de uma empresa é a capacidade de gerar resultados, e isso pode ser calculado através do valuation. Não sabe o que é? Calma, que explicaremos para você exatamente o que é e como calcular. Acompanhe:

O que é valuation?

Valuation é um termo em inglês que significa "avaliação". No setor corporativo pode ser entendido como avaliação da empresa, ou seja, é um processo que visa estabelecer o valor de determinada empresa de forma quantitativa. Essa avaliação tem o objetivo de saber qual a situação da empresa, suas perspectivas de crescimento, posição que ocupa no mercado e previsão de retorno de investimento. A partir do cálculo do valor da empresa, é possível identificar seus pontos positivos e negativos, e o quanto a empresa pode crescer, informações imprescindíveis para estabelecer as estratégias corporativas.

Por que fazer o valuation da empresa?

O valuation é essencial para as decisões de gestão, estratégias e negociações da empresa. Vamos conhecer alguns dos motivos?

Receber possíveis investimentos

Toda empresa está sujeita a receber proposta de investidores. Para uma boa negociação, é imprescindível que o empresário saiba de fato o valor da sua empresa e não tenha apenas uma estimativa. É preciso ter em mente que os investidores chegam com diversas perguntas. O valor do seu negócio é uma delas, e eles esperam que você responda de forma objetiva e racional.

Estabelecer participações societárias

Sempre há a possibilidade de entrada ou saída de um sócio ou investidor. Para se estabelecer distribuição justa de capital, é preciso ter uma avaliação atualizada da empresa. Isso também minimiza conflitos entre os acionistas.

Conhecer as finanças da empresa

Através do cálculo do valuation é possível conhecer exatamente a situação da organização, sua confiabilidade e adequação a questões contábeis e fiscais. É uma boa hora para corrigir possíveis erros e saber receitas, ativos e passivos da empresa, e consequentemente conhecer o faturamento e o lucro.

Projetar o futuro

Com a avaliação do seu negócio é possível analisar o caminho da empresa e se as metas estão sendo atingidas. Com isso é possível estabelecer novos objetivos e corrigir possíveis erros.

Como fazer o valuation de uma empresa?

Existem várias técnicas de valuation, e em todas há vantagens e desvantagens. Vamos apresentar o método do fluxo de caixa descontado, por ser o mais complexo e sofisticado, e também o mais utilizado como avaliação.

Fluxo de caixa descontado (FCD)

Esse método leva em consideração as projeções econômico-financeiras da empresa, trazendo para o valor presente os resultados do fluxo de caixa futuros, isto é, a capacidade da empresa de gerar resultados futuros geralmente pelos próximos cinco anos. Esse método possui três etapas principais:
  • calcular o fluxo de caixa e descontar os gastos;
  • determinar a taxa de desconto com os riscos e oportunidades de investimentos;
  • calcular o valor presente.
Na prática, os cálculos são feitos da seguinte forma:

Valor residual

Valor residual = (fluxo de caixa) (1 + taxa de crescimento em longo prazo)/(custo médio ponderado de capital – taxa de crescimento em longo prazo)

Valor da empresa

Valor da empresa = valor presente do fluxo de caixa livre no horizonte de projeção + valor presente do valor residual, após o horizonte de projeção. A última etapa é calcular o valor real do negócio:

Valor real do negócio

Valor real do negócio = valor da empresa (+/–) saldo das contas não operacionais É importante ressaltar que o saldo das contas não operacionais é calculado pelo endividamento da empresa menos o caixa ou equivalentes de caixa disponíveis. Como foi dito, o valuation é um dado importante a ser conhecido pelos empresários e administradores, pois suas aplicações são de grande utilidade em negociações e planos futuros da empresa. Gostou deste artigo? Que tal assinar nossa newsletter para ter acesso a mais materiais como este em primeira mão?

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Veja por que você deve investir em hiperconvergência

Se você está pensando em uma forma de reduzir os custos internos da empresa e fazer com que as operações se tornem mais centralizadas para melhorar a produtividade, está na hora de investir em hiperconvergência.

O que é hiperconvergência?

É uma infraestrutura que integra componentes virtuais e físicos em um único equipamento. Armazenamento de dados, redes, hardware e outros componentes são controlados por um software inteligente, capaz de oferecer todas as vantagens de um data center totalmente adaptável às necessidades da empresa. Diversas empresas estão despertando para adotar a hiperconvergência por conta da praticidade que essa tecnologia oferece no dia a dia. Dessa forma, elas conseguem alinhar o setor de TI com outras áreas da organização de forma que todos cooperem com o desenvolvimento do negócio.

Quais as suas vantagens?

Para você entender melhor o conceito dessa tendência inovadora, nada melhor do que conhecer as vantagens que ela oferece. Confira:

1. Implantação rápida e descomplicada

Você sabe que uma tecnologia é inteligente quando ela oferece soluções de maneira simplificada. A hiperconvergência funciona no conceito plug and play, ou seja, a implementação é imediata: bastam algumas configurações para começar a utilizá-la. É uma verdadeira modernização da infraestrutura de TI.

2. Capacidade de expansão linear

É importante considerar opções de virtualização e otimização diante do volume de dados crescente no mercado. Sendo assim, uma vantagem é permitir a adição granular dos recursos extras de armazenamento e criar building blocks — um sistema no qual você aumenta o volume de acordo com a sua necessidade, sem "estocar" recursos.

3. Gestão simplificada

Quem trabalha com sistemas tradicionais sabe a dificuldade que é simplificar o gerenciamento da infraestrutura de TI e acelerar a eficiência dos processos. A hiperconvergência possui um ambiente integrado com políticas predeterminadas pela tecnologia. Isso torna mais fácil gerenciar e acompanhar o desempenho dos resultados.

4. Aumento da produtividade

Se você tem problemas com a complexidade na gestão de hardware e software, sabe o quanto pequenos atrasos de operação e falhas humanas causam retrabalho e desperdício de tempo. Por se tratar de uma tecnologia moderna, prática e rápida, a hiperconvergência melhora a produtividade da empresa.

5. Redução de custos

Com um sistema hiperconvergente, não existe a necessidade de investir na contratação de pessoal especializado em armazenamento, redes, servidores, entre outros. Afinal, tudo isso está integrado no ambiente. Isso permite uma redução nos custos de investimento e operação. Sua infraestrutura tem capacidade de ir além da virtualização e armazenamento sólido de dados. Isso reduz significativamente os custos com data center e faz com que os benefícios da nuvem sejam mais bem aproveitados. Ao mesmo tempo em que a eficiência operacional de TI é potencializada, a complexidade das operações e os custos são reduzidos. Além disso, também é possível reduzir o custo total de propriedade (TCO — Total Cost of Onwnerwhip) em aproximadamente 20% se compararmos com uma tecnologia tradicional — segundo Bruno Barnett, gerente de canais da Fujitsu do Brasil. A hiperconvergência é uma solução inovadora que proporciona melhor performance, automação e eficiência nos processos da empresa. Além disso, otimiza o tempo, reduz os custos e ajuda você a ter uma visão mais abrangente do seu negócio. Pense nisso! Gostou de saber mais sobre esse tema? Assine gratuitamente a nossa newsletter para receber outros artigos diretamente em seu e-mail!

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Pós-venda: descubra a importância para o seu negócio

Um relacionamento longo e lucrativo com os clientes inicia, na verdade, no pós-venda. Muitas empresas investem milhões em campanhas publicitárias, mas, infelizmente, após a transação financeira, deixam de oferecer o suporte adequado. Esse é um grave erro, pois a maioria das vendas de uma companhia vem de clientes que já adquiriram produtos uma vez e decidiram comprar novamente. E sem um pós-venda eficiente, absolutamente ninguém desejará fazer uma segunda investida em seu negócio. Pensando nisso, criamos este post. Descubra, a seguir, os tipos de pós-venda e por que você deve investir nessa estratégia. Boa leitura!

Tipos de pós-venda de uma empresa

Para ficar mais claro, considera-se pós-venda o conjunto das atividades (com foco nos clientes) realizadas após a comercialização de um produto ou serviço. Ele pode ser dividido em dois tipos principais: o ativo e o receptivo. O primeiro ocorre quando a empresa vai atrás do cliente — seja para fazer pesquisas ou obter feedback de melhoria. O receptivo, ao contrário, é quando o cliente busca a empresa — geralmente com a intenção de tirar dúvidas ou fazer alguma crítica. Os dois modelos devem ser usados de forma estratégica. No caso do pós-venda receptivo, é importante que o gestor facilite o contato do cliente com a corporação, tornando todo o processo mais rápido, eficiente e agradável. Sabendo disso, é essencial contar com as ferramentas certas, que vão desde modernos sistemas de CRM (Customer Relationship Management) até a construção de uma cultura focada na satisfação completa do consumidor.

Por que investir no pós-venda

Existem muitos motivos pelos quais uma empresa deve investir no pós-venda, independentemente do seu tamanho ou área de atuação. Veja os mais importantes:

1. Indicação e novos negócios

O pós-venda abre caminho para uma das mais importantes e eficientes estratégias de marketing: o famoso boca a boca. Um bom atendimento deixa os clientes mais satisfeitos, transformando-os em verdadeiros embaixadores da sua marca. Eles contarão para amigos, familiares e conhecidos sobre o pós-venda, e você terá novas oportunidades de negócios.

2. Fidelização de clientes

As mais bem-sucedidas empresas no mercado focam seus esforços na fidelização dos clientes. Segundo Philip Kotler, um dos grandes nomes do marketing moderno, fidelizar custa entre cinco e sete vezes mais barato do que conquistar novos consumidores. Para isso, a melhor estratégia é criar um bom relacionamento, especialmente após a venda, baseado em confiança e respeito ao seu público.

3. Vantagem competitiva

Empresas que conseguem manter um ótimo padrão de atendimento, mesmo após a transação financeira, possuem uma grande vantagem competitiva. Para ficar claro, uma vantagem é o que torna uma empresa única no mercado, diferente dos seus concorrentes. Companhias que investem em pós-venda são mais respeitadas e desejadas pelos clientes.

4. Motivação dos funcionários

Até mesmo os funcionários são impactados, pois se sentem trabalhando em uma corporação que respeita e aprecia seus clientes finais. Assim, sentem prazer e orgulho de trabalhar pela empresa. E isso eleva o grau de engajamento dos times de trabalho.

5. Feedbacks contínuos

Com o pós-venda ativo, é possível ter um bom feedback em relação à satisfação dos consumidores. Assim, a empresa pode melhorar continuamente seus processos, produtos e serviços e, consequentemente, elevar seus padrões de qualidade. Esses são apenas alguns dos benefícios, mas existem muitos outros. Empresas que investem na estratégia de pós-venda são mais saudáveis, lucrativas e atrativas para os investidores. Agora que já compreende a importância do pós-venda para o seu negócio, aproveite para continuar aprendendo. Acompanhe o nosso conteúdo nas redes sociais (Facebook, Twitter, LinkedIn e Google+) e fique sempre por dentro das novidades!

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Por que você deve investir em mídias online agora?

Cada vez mais as mídias online estão presentes no dia a dia dos seus clientes. Mais anúncios são exibidos em diferentes canais e mais sites e portais disponibilizam espaço para anunciantes veicularem propagandas divulgando seus produtos. Porém, isso também significa que os seus concorrentes estão investindo em mídias online e conquistando novos clientes, afinal 53% das empresas já investem em links patrocinados e 62% dos usuários não passam da primeira página de resultados do Google. Você não quer ficar para trás, certo? Nós separamos 4 motivos para você saber por que deve investir em mídias online agora mesmo! Acompanhe.

Mídias online geram mais tráfego para seu blog e site

Se você tem uma estratégia de marketing de conteúdo, o seu blog é o principal destino de várias das suas campanhas. Caso tenha um e-commerce, o seu site é o grande astro das vendas. Mas as mídias online não funcionam bem apenas com um ou com o outro: elas podem gerar mais tráfego para ambos. Por meio dos anúncios, você pode atrair usuários interessados no seu produto até uma página específica e fornecer o conteúdo necessário para transformá-los em novos clientes.

Você atinge apenas o público ideal para o seu negócio

A segmentação é um dos grandes pontos das mídias digitais. Com tanta informação disponível, é possível encontrar usuários que possuam interesses relacionados ao seu produto e exibir o anúncio certo na hora certa. Este é um fator muito importante na hora de entregar um conteúdo que os usuários realmente queiram ver, e não apenas multiplicar propagandas que não vão trazer vendas para o seu negócio.

É mais fácil acompanhar a performance dos anúncios

Investir em marketing digital tem uma grande vantagem: é possível acompanhar o desempenho dos seus anúncios por meio de indicadores-chave. Os indicadores são métricas que realmente importam para o seu negócio e ajudam a identificar se esse investimento está trazendo o retorno esperado. Assim, as mídias online não se tornam um gasto e sim uma fonte de novos negócios para a sua empresa.

Os resultados aparecem em curto prazo

Algumas estratégias de marketing digital podem demorar meses para surtir efeito — o que não é o caso das mídias digitais. Como o anúncio passa a ser veiculado rapidamente, em algumas horas é possível verificar um aumento nos números de acessos e de interações no seu site. Fazendo um bom trabalho com o layout e otimização das suas páginas, é possível ter resultados concretos rapidamente ­— uma grande vantagem do investimento em mídias online. Muitos empreendedores ainda têm dúvidas sobre investir em mídia online, mas a verdade é que você precisa começar agora mesmo. Não só existem vários clientes em potencial esperando para conhecer a sua empresa como os seus concorrentes estão presentes no meio digital, investindo em mídia e atingindo os seus potenciais clientes. Você não quer deixar escapar essa oportunidade, não é mesmo? É possível começar aos poucos, com valores que cabem no seu bolso, e expandir conforme os resultados apareçam. O que você acha de investir em mídias online? Conte para a gente nos comentários, e aproveite para deixar dúvidas e sugestões!

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Comportamento de compra: o que motiva os consumidores?

Entender o que motiva as pessoas a comprarem é um dos desafios de todo gestor de vendas. Com o avanço tecnológico dos últimos anos, o consumidor tornou-se mais exigente, e as empresas precisam identificar essas mudanças no comportamento de compra para pensar em estratégias e alcançar o sucesso. Nesse artigo, você vai conhecer o que motiva os consumidores a realizar uma compra e como adaptar esses fatores às características da sua empresa. Continue lendo!

Necessidade

Os consumidores possuem basicamente três tipos de necessidades:

1. Básica

Alimentos, itens de higiene pessoal, produtos geralmente encontrados em supermercados — perceba que não há a necessidade de vendedores nesses locais, pois a compra é garantida. O processo mental se inicia e termina de forma rápida, sem maiores esforços.

2. Imediata

Imagine que você está indo para um compromisso importante e, de repente, começa a chover — e, o pior de tudo, você está sem guarda-chuva. Surge, então, a necessidade de comprar esse item. Para não se atrasar, você entra na primeira loja que vê vendendo guarda-chuvas e compra um. O processo mental, assim como no primeiro caso, funciona de forma rápida, por causa da urgência que a situação impõe.

3. Criada

É na necessidade criada que entram as estratégias de venda para fazer o consumidor se interessar por algo e ter urgência em adquirir o produto. As empresas precisam identificar o que seu público-alvo busca no dia a dia e oferecer opções válidas. Sua equipe de vendas precisa estar capacitada para abordar o cliente de forma correta e criar a necessidade do uso do produto ou serviço oferecido.

Hábito

Muitas pessoas costumam utilizar produtos ou serviços não porque escolheram a melhor opção do mercado ou possuem muitas vantagens — o único motivo nesses casos é o hábito. Ter medo de mudanças ou estar acostumado com determinada empresa pode fazer com que o consumidor nem ao menos se interesse em consultar outras opções, por melhores que elas possam ser. Nesse caso, é necessário que os vendedores tenham um forte poder de argumentação para levar a pessoa a perceber que existem outras opções no mercado, algumas delas até mesmo com mais benefícios.

Identificação com a empresa

Com o avanço tecnológico e o aumento do acesso às informações, os consumidores criaram um forte comportamento de pesquisa. Preço baixo, qualidade nos produtos/serviços e liderança de mercado já não são fatores tão importantes para o consumidor no momento de decidir uma compra — afinal, não existe muita diferença entre as empresas nesses quesitos, o que pode ser verificado com uma simples busca no Google. O consumidor busca nas empresas posicionamentos sociais, transparência, identificação com a mensagem passada pela marca e um bom relacionamento. É nesse momento que os times de marketing e vendas devem estar alinhados, trocar informações para entender o que o consumidor busca e criar uma mensagem que vá ao encontro desses interesses. Depois que a venda é alcançada, é muito importante investir no pós-venda, criando um bom relacionamento com o cliente e se colocando à disposição para solucionar possíveis dúvidas ou reclamações. De acordo com uma pesquisa realizada pela Accenture, em 2015, as empresas brasileiras perderam cerca de US$ 217 bilhões por conta de clientes que migraram para a concorrência pois estavam insatisfeitos com os serviços utilizados. Por isso, é muito importante ficar atento para que seu cliente sinta bem atendido. Entender o comportamento de compra do consumidor ajuda a criar estratégias de venda e a melhorar o relacionamento com a sua base. Nesse artigo, você conheceu que o comportamento de compra envolve necessidade, hábito e relacionamento com a marca, e também viu o que é importante para conquistar o cliente. E você, como faz para identificar o que o seu consumidor procura? Compartilhe sua experiência nos comentários!

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Tudo o que você precisa saber sobre GED – Gestão Eletrônica de Documentos

E se você pudesse eliminar todos os arquivos físicos, facilitar o armazenamento, a pesquisa e o compartilhamento, além de ganhar mais proteção, controle de acessos e agilidade em todos os processos que dependam de documentos no dia a dia de sua empresa? Com a implementação de um software e o investimento na Gestão Eletrônica de Documentos (GED), o cenário descrito acima se torna perfeitamente possível. Neste post, vamos explicar o significado do termo e analisar quais são seus principais benefícios e riscos, quais as etapas básicas de um processo de implantação e quais as precauções a se tomar na rotina desse gerenciamento eletrônico. Confira!

O que é a gestão eletrônica de documentos?

Trata-se da gestão de todos os arquivos — vídeos, sons, imagens, planilhas, textos ou outros formatos — armazenados em papel ou mídias físicas, substituindo-os por tecnologias que permitam manter, controlar, consultar e compartilhar com o simples uso de um navegador, uma conexão de internet e um software em nuvem. Também é possível salvar os documentos utilizando o software de GED e servidores internos. No entanto, essa prática costuma ser muito cara para pequenas e médias empresas, pois envolve despesas com compra, manutenção, atualização de servidores locais, espaço físico para alocação do servidor e backups visando à segurança dos arquivos, entre outros custos que uma infraestrutura local costuma trazer. A GED pode ser usada pelos mais diversos tipos de negócio, uma vez que seu sistema é moldado a partir das necessidades de cada setor. Além disso, o software promove o acesso do gestor a todas aquelas informações. O sistema pode ser acessado facilmente via web, a partir de uma intranet corporativa que pode ser conectada externa ou internamente.

Quais são as principais tecnologias ligadas à GED?

Document Imaging

Document Imaging, também conhecido por DI, é uma das tecnologias mais populares da GED. Ela traduz-se pela própria conversão do arquivo físico para o meio digital. Um exemplo do uso dessa tecnologia é quando alguém digitaliza os documentos, a fim de guardá-los em redes corporativas.

Capture

Capture é uma tecnologia relacionada à captação de documentos e outras informações. Essa solução tecnológica as transforma em dados confiáveis, que podem ser recuperados. A solução se integra facilmente a todas as aplicações da empresa.

Document Management

Document Management é, em poucas palavras, o gerenciamento de arquivos. Trata-se da tecnologia responsável por realizar a gestão, aprovar, descartar e revisar os diversos dados e documentos digitais. Por essa razão, vale dizer que se trata de um dos artifícios mais incríveis dentro da GED, já que controla as informações presentes no sistema, promovendo a segurança e a busca entre os materiais eletrônicos.

Workflow

Workflow é o procedimento especializado na organização da GED, ou seja, em seu fluxo de trabalho. Assim, todos os processos de execução de tarefas têm um tempo pré-definido por essa tecnologia, que também garante que as datas sejam cumpridas. Trata-se de uma peça fundamental do gerenciamento eletrônico de documentos, já que garante que tudo funcione, de fato, dentro de um prazo específico. Além disso, ele também é responsável por averiguar se as pessoas adequadas estão completando determinadas ações.

Cold

Cold é uma tecnologia que disponibiliza a gravação direta do computador para o disco ótico do sistema. Dessa forma, é possível armazenar os mais diversos tipos de documentos, como relatórios e backups, em meios de baixo custo. Isso diminui bastante os custos da organização, o que consequentemente se refletirá em sua lucratividade.

Forms processing

O processamento de formulários constitui a tecnologia GED responsável por reconhecer e distinguir cada informação coletada, bem como dividi-las em bancos de dados específicos. Toda a demanda de organização dos documentos é automatizada, o que economiza o tempo de seus funcionários. Para tanto, são aproveitados dois tipos de tecnologia cabíveis para o reconhecimento dos termos — o Reconhecimento Inteligente de Caracteres (ICR) e o Reconhecimento Óptico de Caracteres (OCR).

RIM

Records and Information Management é a parte da GED que gerencia o ciclo de vida de um documento. A informação é gerida desde a sua criação até seu o descarte, com o controle da disponibilidade, do armazenamento, da manutenção e do processamento dos dados. É importante lembrar que o RIM faz a gestão dos mais diversos tipos de arquivos, desde mídias até blocos de texto.

Quais são os principais benefícios em relação ao gerenciamento convencional?

Organização

Os dados são organizados e armazenados pensando no momento em que alguém precisará acessá-los, ou seja, há uma estrutura de índice e marcações múltiplas que torna mais fácil pesquisá-los e encontrá-los. No modelo convencional, os documentos são organizados em pastas ou arquivos que seguem apenas uma categoria, mas nem sempre há uma categorização precisa, o que dificulta a tarefa de encontrá-los. Se a sua empresa já perdeu uma causa trabalhista ou teve que pagar uma ação judicial por não ter encontrado uma prova documental em tempo hábil, você deve saber bem o quanto isso é importante.

Redução de custos

Atualmente, com a possibilidade de fazer uso da autenticação digital via cartório, ao implantar um sistema de gerenciamento eletrônico sua empresa economizará:
  • Espaço físico, uma vez que o metro quadrado será mais bem aproveitado e destinado às atividades principais (e não para arquivar sua burocracia em armários ou estantes que ocupam espaço);
  • Pessoal, já que não será necessário contratar colaboradores dedicados para realizar o arquivamento e gerir o acesso aos documentos confidenciais de sua empresa;
  • Tempo, pois as pessoas vão poder focar em suas tarefas e pesquisar mais facilmente sobre documentos que as ajudem a realizá-las no menor tempo possível e com uma qualidade superior.

Segurança

Além de aumentar a vida útil de um documento (porque ele só seria perdido se todos os servidores que o armazenam entrassem em colapso ao mesmo tempo), o gerenciamento eletrônico, por meio de softwares em nuvem, conta com proteções superiores aos servidores locais e às redes internas das empresas. É possível, ainda, definir regras de acesso e de controles sobre os documentos, dando maior confidencialidade e controle para o seu negócio.

Qualidade e padronização de trabalhos

Com o uso da GED, é possível criar fluxos de trabalho (workflows) que garantam que um processo obedecerá a todas as etapas e terá todos os itens preenchidos antes de ser salvo ou concluído. Com isso, é possível envolver mais de uma pessoa (ou um departamento) na elaboração e no arquivamento de alguns documentos.

Por que investir em gestão eletrônica de documentos?

Algumas estatísticas elaboradas pelo IDC, consultoria especializada em inteligência de mercado e tecnologia da informação, apontam que: ● Arquivos importantes são copiados, em média, 19 vezes; ● R$ 500 é o valor médio gasto por documento perdido em uma empresa; ● Nos Estados Unidos, os escritórios criam diariamente 600 bilhões de páginas de relatórios de computador e 234 milhões de fotocópias. No mundo, os escritórios imprimem aproximadamente 1 bilhão de páginas de papel por dia; ● Em média, um empresário gasta 1 mês por ano procurando documentos. Em outras palavras, investir na gestão eletrônica de documentos aumenta a produtividade, reduz custos e ajuda a preservar o meio ambiente.

Quais são os 3 principais riscos envolvidos na sua implantação?

1. Não escolher uma tecnologia adequada às suas necessidades pode fazer seu negócio gastar muito e não ser produtivo o suficiente para pagar o investimento na implantação. Uma pequena ou média empresa, por exemplo, pode optar por um sistema que tenha custos reduzidos na aquisição ou contratação, mas precisará de muitas customizações ou integrações para que funcione bem, o que é relativamente mais caro do que pagar um pouco a mais por uma boa e confiável tecnologia. 2. Investir apenas em tecnologia. Qualquer tecnologia, para ser rapidamente adotada e trazer ganhos reais para uma empresa, precisa ser fácil de usar e apresentar ganhos de eficiência para os usuários, exigindo treinamento. Além disso, os processos anteriores precisam ser revisados e, uma vez redefinidos, devem se tornar obrigatórios, aceitando pouquíssimas exceções. 3. Digitalizar e não organizar. Muitas empresas entendem que digitalizar documentos já é uma garantia de que eles não se perderão. A verdade é que se não houver um esforço para organizar a documentação digitalizada e estabelecer um padrão para o arquivamento, facilitando a pesquisa, o processo de digitalização será inútil. É importante encontrar uma consultoria de negócios e de tecnologia da informação que possa ajudar nesse trabalho de armazenamento e configuração do software de gerenciamento eletrônico de documentos.

Quais são as 4 etapas do processo de digitalização e a solução de GED?

Coleta e tratamento

A primeira fase é a seleção de todos os documentos que serão digitalizados. Nessa etapa, são avaliadas as condições de cada um (no caso de arquivos em papel, podem estar amassados ou ilegíveis). Nessa situação, seria necessário tratá-lo, para aumentar sua qualidade de leitura, antes de digitalizá-lo.

Digitalização

É o processo de escanear ou converter as mídias físicas em arquivos eletrônicos propriamente ditos. Nessa etapa, dependendo do volume de arquivos, é mais econômico contratar um escritório especializado em digitalização do que internalizar a tarefa.

Indexação

Aqui os documentos recebem nomes, informações descritivas, códigos, data de criação ou qualquer tipo de marcação que auxilie os usuários de sua empresa no momento de pesquisá-los.

Disponibilização e regras de acesso

Ao serem disponibilizados no software de gestão eletrônica de documentos, os arquivos recebem diferentes tipos de direito de acesso, para garantir a confidencialidade das informações. Contratos trabalhistas e documentos de colaboradores, por exemplo, serão acessados apenas pelos colaboradores da área de recursos humanos, mas o escritório de contabilidade também pode incluir os holerites ou documentos trabalhistas nas pastas desses colaboradores. Ainda tem dúvidas ou quer dar sua opinião sobre a gestão eletrônica de documentos? Deixe o seu comentário!

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Conheça as principais características de um vendedor de alta performance

Silvio Santos é um exemplo de que você pode deixar a profissão de vendedor, mas ela nunca vai deixar você. Sim: até hoje, um dos maiores comunicadores da televisão brasileira mostra o seu tato para as vendas. Silvio sempre demonstra o seu poder de negociação, até mesmo quando lida com a plateia. O que será que pessoas como ele fazem para se tornar tão influentes nas suas áreas? Embora não haja uma fórmula para o sucesso, o fato é que existem, sim, algumas habilidades que podem ajudar você a se destacar nas vendas. E é justamente sobre elas que vamos falar neste post. Confira, a seguir, as principais características de um vendedor de alta performance!

1. Capacidade de acionar gatilhos mentais

Nas apresentações de seus sorteios e produtos associados aos programas de televisão, sempre direto e conciso, apesar de brincalhão, Silvio Santos conquista a plateia com um sentimento de urgência. Mostrando os benefícios de o público investir em seus títulos para fugir das contas, usa de um ar de confiança para denotar autoridade na fala e despertar gatilhos mentais que podem ser acionados em qualquer pessoa. Os gatilhos mentais nada mais são do que instintos primitivos que todos nós temos. Sempre que um vendedor afirma que um produto está em escassez, por exemplo, ele desperta o medo da falta. Ou, quando diz que determinado produto faz sucesso entre um incontável número de pessoas, está trabalhando com o apelo paternalista da autoridade.

2. Habilidade de negociação com o cliente

Outra grande marca do vendedor de alta performance é a habilidade de negociação. Nem sempre seguir a cartilha de vendas é a atitude mais recomendada. É preciso compreender as necessidades do cliente para fornecer uma solução personalizada, que beneficie ambas as partes. Nesse caso, não existem muitos segredos. É fundamental que o vendedor desenvolva um bom ouvido e, acima de tudo, tenha bom senso para encontrar a melhor saída para esse verdadeiro quebra-cabeças que é uma negociação.

3. Aprimoramento constante do conhecimento

Um bom vendedor não se limita ao seu ramo de negócios. Ele procura sempre aprimorar as suas habilidades e os seus conhecimentos para desenvolver o potencial. Congressos, workshops, palestras. Tudo isso deve fazer parte das pessoas que pretendem alcançar grandes objetivos. É verdade que grandes vendedores se desenvolveram após anos de prática, mas a maioria deles também buscou fontes externas de conhecimento para garantir bons resultados. Por isso, procure agora mesmo se especializar no seu ramo de atuação para estrelar como um vendedor de alta perfomance.

4. Monitoramento dos resultados

Por fim, o verdadeiro vendedor está sempre focado nos resultados. Isso significa que, além de traçar as metas pessoais para a carreira, procurando sempre o melhor retorno, ele também realiza o monitoramento de todas essas metas por meio dos indicadores de desempenho. Basicamente, os indicadores podem mostrar quantas vendas foram perdidas, qual é o ticket médio, quantos clientes reclamaram do atendimento, entre muitas outras coisas. Com os dados recolhidos, o vendedor de alta performance sabe exatamente o que precisa fazer para melhorar o seu desempenho! Gostou das nossas dicas de hoje? Então, que tal assinar a nossa newsletter e ficar por dentro de muito mais?

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Veja as tendências em Workforce Management para o futuro

O capital humano nunca foi tão valorizado como é atualmente. Essa relevância proporcionou melhorias na produtividade das organizações, mas também levantou a seguinte questão: quais são as melhores práticas de workforce management para manter o alto nível da equipe? Porque uma coisa é certa: a sua empresa não é a única que deseja reunir os melhores profissionais do mercado. Existem outras organizações por aí implantando metodologias específicas para atrair e reter talentos — e você precisa estar à frente delas. Para isso, separamos as principais tendências que estarão em voga no futuro para você garantir o índice de produtividade da sua empresa em 2017 e nas próximas décadas. Confira!

1. Maior diversidade de idade

Muitas gerações trabalharão em conjunto no futuro. Isso acontecerá por dois motivos: o primeiro é que a expectativa de vida do brasileiro tem aumentado bastante nas últimas décadas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2015 o índice subiu para 75,5 anos, uma diferença de 30 anos em comparação ao registrado em 1940; e a segunda razão é a mudança nas regras da Previdência Social que exigirá dos trabalhadores um período maior de contribuição. Nesse contexto, poderão surgir atritos entre profissionais de pensamentos tão distintos. Por esse motivo, o gerenciamento do workforce management deverá se basear na construção de um ambiente de trabalho no qual essas gerações possam coexistir harmoniosamente.

2. Recursos humanos mais estratégicos

Essa área encerrou 2016 deixando definitivamente para trás a alcunha de "ceifador de empregos". Agora, a tendência é que os recursos humanos assumam uma postura mais estratégica, auxiliando a organização a atingir seus objetivos e a definir sua marca no mercado. Por essa razão, os processos de workforce management serão mais ligados à administração das competências dos colaboradores. Assim, a empresa conseguirá potencializar seus resultados e garantir que cada atendimento feito ao cliente represente os seus valores organizacionais.

3. Foco na experiência do funcionário

No futuro, a experiência do colaborador será tão importante quanto à do cliente. Afinal, da mesma forma que as empresas querem atrair, converter e fidelizar consumidores para manter a lucratividade, elas querem manter por perto os seus profissionais de alto desempenho para não perder em produtividade. Isso impactará na maneira como você mantém o engajamento da equipe. Algumas das estratégias utilizadas para esse fim são os programas de incentivo, com prêmios em viagens ou em dinheiro, os feedbacks construtivos grupais ou individuais, e os games voltados para a integração dos profissionais.

4. Automação de atividades rotineiras

Com o avanço dos recursos tecnológicos, seus colaboradores terão mais tempo para criar e ajudar a empresa a se destacar no seu mercado de atuação. Por esse motivo, uma das principais tendências do workforce management é a agilidade nas tarefas diárias, como no disparo dos e-mails marketing, por exemplo (confira aqui um material gratuito sobre o assunto). Dessa maneira, os profissionais poderão se concentrar na aplicação de suas habilidades cognitivas que trarão singularidade para o produto ou serviço realizado pela sua empresa. Apesar da expansão da tecnologia, as pessoas continuarão tendo o seu valor no futuro. Inclusive, será esse componente que fará a diferença entre uma empresa de sucesso e as demais. Agora que você já está por dentro das principais tendências de workforce management, comece hoje mesmo a aplicá-las na sua organização para garantir um time coeso, produtivo e empenhado ainda em 2017. Quer acompanhar outras novidades relacionadas à gestão? Assine a nossa newsletter e receba em primeira mão conteúdos exclusivos.

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Entenda a importância do treinamento e capacitação de equipes

Como diretor de uma empresa, você investe em treinamento e capacitação de colaboradores conscientemente ou apenas porque está no “manual de boas práticas de RH”? Entender a importância dessa ação é o primeiro passo para desenvolver pessoas de acordo com a necessidade da empresa e para criar um planejamento de longo prazo, pois é essencial envolver todos os colaboradores nesse processo. Para te ajudar a melhorar o gerenciamento de pessoas, listamos alguns benefícios do treinamento e capacitação. Confira!

Aumento das vendas

Ter uma equipe bem preparada contribui diretamente para o aumento das vendas e da lucratividade do negócio. Tal benefício é conquistado pela capacidade adquirida em oferecer um atendimento personalizado e de qualidade para os clientes. A partir do momento em que o funcionário domina todas as características do produto ou serviço, ele é capaz de identificar o que o consumidor procura, servir o que é esperado e criar valor. Como resultado, a empresa consegue melhorar a fidelização.

Diminuição dos custos

Quanto sua empresa já pagou de multa por causa da falta de conhecimento de um funcionário na área financeira? E os gastos com manutenção, com empregado afastado devido a um acidente de trabalho e com matéria-prima? Pois saiba que os custos são diminuídos quando a equipe domina todos os processos e sabe utilizar corretamente os recursos disponíveis. Por mais que o treinamento possa representar uma despesa, é possível recuperar o investimento em curto prazo. A capacitação deve ser feita sempre que houver mudanças de procedimentos, entrada de novos equipamentos, alterações de leis ou lançamento de produtos. A melhoria contínua depende da frequência do desenvolvimento de pessoas.

Motivação da equipe

Oferecer a oportunidade de crescimento pessoal contribui para um colaborador conquistar o sucesso profissional. A empresa que proporciona o conhecimento conta com pessoas mais motivadas e engajadas. Essa satisfação interfere positivamente nos resultados da organização, pois prepara os funcionários para alcançarem as metas estabelecidas, fortalece a cultura da cooperação, possibilita a promoção interna e reduz despesas com o recrutamento externo. Uma maneira interessante e de baixo custo para motivar o empregado é promover dinâmicas de grupo e simulações que incentivem a reflexão das atitudes e do trabalho em equipe.

Redução do turnover

A melhoria do índice do turnover é reflexo dos demais benefícios conquistados no treinamento. Pessoas mais motivadas e mais capacitadas resultam na valorização da empresa na visão do funcionário e na diminuição do desgaste do dia a dia. É preciso que essa ação também trabalhe os valores e a cultura da organização para fortalecer ainda mais a companhia e que colabore para a identificação de cada um com sua função. Bons profissionais valorizam empresas que buscam o crescimento e que acreditam que os funcionários são essenciais para o sucesso. Sendo assim, estimule constantemente seus recursos humanos para reter os talentos e se destacar diante da concorrência.

Diferencial no mercado

Além dos benefícios internos citados, a organização também obtém uma diferenciação no mercado quando investe em suas pessoas. A imagem institucional é fortalecida e atrai mais investidores e talentos. Como gestor, é sua obrigação avaliar o progresso de cada ação para corrigir oportunidades e melhorar os processos a cada dia. Peça o feedback do grupo, crie metas de retorno e acerte na escolha dos temas para alcançar os resultados esperados. Entendeu qual é a importância de investir em treinamento e capacitação em sua empresa? Para descobrir mais sobre gestão de pessoas e gerenciamento de um negócio, assine agora mesmo nossa newsletter!

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Como elaborar um fluxo de tarefas focado em vendas?

Otimizar o setor comercial e aumentar as vendas são objetivos de todo gestor da área. Para alcançá-los é preciso contar com uma equipe capacitada, engajada e motivada. Contudo, obter tais atitudes junto aos vendedores não fácil, tornando-se um desafio constante no dia a dia das organizações. Nesse contexto, um fluxo de tarefas mal organizado, com atividades repetitivas e manuais, pode ocasionar entraves nos processos do setor e prejudicar ainda mais sua performance. Para vencer esses percalços no seu setor de vendas é preciso elaborar um fluxo de tarefas de forma planejada, organizada e estratégica. Quer saber como fazer isso? Então veja a seguir as orientações que preparamos para ajudar você!

Planeje o fluxo de tarefas conforme as habilidades dos vendedores

Tarefas cotidianas da área de vendas, como lançamento de pedidos, comissões e percentuais de alcance de metas, devem ser distribuídas conforme as habilidades de cada membro da sua equipe. Por mais que as dividir de modo igual entre todos possa parecer mais democrático, o indicado é repassar cada atividade àquele profissional que demonstra talento e competência na sua execução. Dessa forma, você potencializa a realização e os resultados das tarefas, prevenindo demoras e incorreções devido a vendedores que não as dominem adequadamente. É claro que é imprescindível diversificar procedimentos e permitir que vários profissionais aprendam a realizá-las. Todavia, é preciso unir habilidade, competência e preferências dos próprios vendedores para encontrar um equilíbrio que beneficie a eles e à empresa.

Fomente o uso de ferramentas que ajudam a controlar tarefas

Usar uma agenda física pode parecer algo ultrapassado, porém, ainda é uma ótima opção para controlar tarefas, verificar reuniões e obter informações rápidas sobre atividades. Quem preferir, pode adotar uma agenda virtual ou alguma ferramenta online que possibilite maior controle das atribuições, como aplicativos, check lists etc.

Automatize tarefas repetitivas e manuais

A tecnologia pode ajudar sua equipe de vendas de outras formas também. Uma das principais é por meio de softwares e sistemas de automatização de tarefas repetitivas e manuais. A aplicação de um programa assim melhora o fluxo de dados, e os processos se tornam mais rápidos, seguros e simples de executar, o que permite economizar um tempo precioso — tempo esse que poderá ser usado para prospectar novos clientes ou fortalecer o relacionamento com os atuais. Por falar nisso, a adoção de um CRM agiliza também essa atividade, já que automatiza e integra processos e procedimentos voltados à gestão do relacionamento com o consumidor.

Salve informações e controles de atividades na nuvem

Por mais que seu processo de vendas seja bem-estruturado tecnologicamente, uma pane nos sistemas ou outro problema na infraestrutura de TI pode ocasionar perda de dados estratégicos para a execução de tarefas. Por isso, adotar uma solução em nuvem é indicado, preserva as informações em servidores administrados por empresas peritas em segurança de dados. Aliás, isso até otimiza as atividades dos vendedores, especialmente aquelas realizadas fora da empresa e que necessitam de consultas a dados do departamento de vendas. Com ferramentas de trabalho na nuvem, basta ter uma conexão com a internet que será possível acessá-la em qualquer parte do globo para encontrar um nome, data ou informação necessária para executar uma atividade.

Hierarquize as tarefas e estipule responsáveis

É preciso hierarquizar as tarefas da equipe usando critérios claros e objetivos, como nível de criticidade, tempo para realização, grau de dificuldade etc. Além disso, é importante estipular responsáveis por elas. Uma dica é adotar sistemas em nuvem que permitem a criação de arquivos compartilhados, pois facilitam o monitoramento de conteúdos, textos, planilhas e a troca de mensagens. Isso ajuda o gestor a não se sentir refém dos vendedores, podendo assumir negociações e outras atividades caso seja preciso, bastando consultar informações nesses arquivos, e permitindo observar o grau de execução das tarefas. Um exemplo de solução que proporciona isso é o One Drive, integrado às ferramentas do Office 365. Seguindo essas dicas, você terá mais chances de criar um fluxo de tarefas que otimize e qualifique as funções de vendas da sua empresa, podendo também definir processos ideais para a área comercial.

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